Currículo e tecnologias na educação australiana

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/tsc.v7i2.14859

Palavras-chave:

Currículo, Tecnologias de informação e comunicação, Políticas públicas, Cultura maker, Pensamento computacional

Resumo

Tendo como contexto a inclusão das novas tecnologias digitais no currículo escolar, este artigo tem por objetivo apresentar as políticas públicas de currículo e tecnologias da Austrália, identificando a presença de elementos relacionados a espaços e tempos maker criados por meio das TIC, bem como verificando se a adoção da cultura maker em processos educativos está sendo ressignificada, considerando-se a intencionalidade pedagógica, a relação com o currículo, a compreensão sobre os conhecimentos de distintas áreas do saber. Consiste em uma reflexão crítica sobre modelos, espaços, concepções e estratégias empregados na prática pedagógica com foco nessa cultura maker. Os resultados mostraram que o currículo australiano apresenta uma organização bem detalhada, com uma parte específica de tecnologias para a Educação Básica.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Claudia Mandaio, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Educação Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Marisa Garbellini Sensato, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Doutoranda em Educação no programa Currículo Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Pós-graduada em Linguística pela Universidade Gama Filho e em Gênero e Diversidade na Escola pela Universidade Federal de São Paulo. Licenciada em Letras (UNIFAI) e Pedagogia (FCP).

 

Referências

ACARA, Shape of the australian curriculum - bibliography - August, 2012. Disponível em: http://docs.acara.edu.au/resources/Shape_of_the_Australian_Curriculum_-_Bibliography_-_August_2012.pdf. Acesso em: 23 out. 2020.

ACKERMANN, E. Construtivismo ou construcionismo: qual é a diferença? Boston, EUA: MIT - Media Lab, 2001. Disponível em: https://learning.media.mit.edu/content/publications/EA.Piaget%20_%20Papert.pdf. Acesso em: 23 out. 2020.

ALMEIDA, M. E. B. Integração de currículo e tecnologias: a emergência de web currículo. In: ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO (ENDIPE), XV, 2010, Belo Horizonte. Anais [...], p.1-14. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 2010.

ALMEIDA, M. E. B. O computador na escola: contextualizando a formação de professores - Praticar a teoria, refletir a prática. 2000. Tese (Doutorado em Educação: Currículo) - Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2000.

ALMEIDA, M. E. B. O aprender e a informática: a arte do possível na formação do professor. Cadernos Informática para a Mudança em Educação. MEC/ SEED/ ProInfo, 1999.

ALMEIDA, M. E. B.; PRADO, M. E. B. A formação de educadores em serviço com foco nas práticas escolares com o uso do laptop educacional em uma escola pública. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, XIX, 2008, Fortaleza. Anais […], s. p. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2008. Disponível em: http://www.proativa.virtual.ufc.br/sbie/CD_ROM_COMPLETO/sbie_artigos_completo/anais_XIX_SBIE/XIX%20SBIE.pdf. Acesso em: 23 out. 2020.

ALMEIDA, M. E. B.; VALENTE, J. A. Tecnologias e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? São Paulo: Paulus, 2011.

BEL, J.; BEL, T. Computational thinking and music learning. In: CONSTRUCTIONISM / INTERNATIONAL CONFERENCE CONSTRUCTIONISM, COMPUTATIONAL THINKING AND EDUCATIONAL INNOVATION, Vilnius, Lithuania, 2018. Proceedings […], ed. V. DAGIENĖ; E. JASUTĖ, Faculty of Philosophy/Vilnius Universit, p. 520-527, 2018. Disponível em: http://www.constructionism2018.fsf.vu.lt/file/repository/Proceeding_2018_Constructionism.pdf. Acesso em: 23 out. 2020.

BRASIL. Ministério da Educação. Portal da Base Nacional Comum Curricular Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2015b. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 26 nov. 2018.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa qualitativa em Ciências Humanas e Sociais. 2.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2008.

DEWEY, J. Democracy and Education. New York: The Free Press, 1916.

FLORIDI, L. The onlife manifesto. Being human in a hyperconnected era. New York: Springer, 2015. Disponível em: https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-319-04093-6. Acesso em: 23 out. 2020.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2012.

LENGEL, J. G. Educação 3.0. Estadão.edu [Portal], São Paulo, s. p., 7 nov. 2012. Disponível em: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,artigo-educacao-30,956582. Acesso em: 23 out. 2020.

LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. 2.ed. São Paulo: EPU, 2013.

PÁDUA. E. M. M. de. Metodologia da pesquisa. Abordagem teórico-prática. ed. rev., ampl. Campinas, São Paulo: Papirus, 2017.

PAPERT, S. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: ArtMed, 2008.

PAPERT, S. Logo. Computadores e educação. São Paulo: Brasiliense, 1985.

ROJO, R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. São Paulo: Parábola, 2012.

SILVA, M. G. M.; CONSOLO, A. T. O uso de dispositivos móveis na educação: o SMS como auxiliar na mediação pedagógica de cursos a distância. Quinto elemento, Natal, 2007. Disponível em: http://arquivos.info.ufrn.br/arquivos/20131932065b4717513331e763c47b13f/Dispositivos_moveis.pdf. Acesso em: 16 jun. 2019.

VALENTE, J. A.. As tecnologias e as verdadeiras inovações na educação. In: ALMEIDA, M. E. B.; DIAS, P.; SILVA, B. D. (Org.). Cenários de Inovação para a Educação na Sociedade Digital. 1ed. São Paulo: Edições Loyola, 2013, v. 1, p. 35-46.

VALENTE, J. A. Pesquisa, comunicação e aprendizagem com o computador: o papel do computador no processo ensino-aprendizagem. In: ALMEIDA, M. E. B.; MORAN, J. M. (org). Integração das tecnologias na educação. Brasília: Ministério da Educação, Seed, 2005. p. 22-31. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/iniciaissf.pdf. Acesso em: 23 out. 2020.

VALENTE, J. A.; ALMEIDA, F. J. de. Visão analítica da informática na Educação no Brasil: a questão da formação do professor. Revista Brasileira de Informática na Educação, n.1, set. 1997, p. 45-60. Florianópolis: SBC-IE, UFSC. Disponível em: https://www.br-ie.org/pub/index.php/rbie/article/view/2324/2083. Acesso em: 23 out. 2020.

VALENTE, J. A.; BLIKSTEIN, P. The construction of knowledge in maker education: A constructivist perspective. In: CONSTRUCTIONISM / INTERNATIONAL CONFERENCE CONSTRUCTIONISM, COMPUTATIONAL THINKING AND EDUCATIONAL INNOVATION, 2018a, Vilnius, Lithuania. Proceedings […], Faculty of Philosophy/Vilnius Universit, p. 472-480. Disponível em: http://www.constructionism2018.fsf.vu.lt/file/repository/Proceeding_2018_Constructionism.pdf. Acesso em: 23 out. 2020.

VALENTE, J. A.; BLIKSTEIN, I. Constructionism in different cultures: the case of Brazil. In: CONSTRUCTIONISM / INTERNATIONAL CONFERENCE CONSTRUCTIONISM, COMPUTATIONAL THINKING AND EDUCATIONAL INNOVATION, Vilnius, Lithuania, 2018b. Proceedings […], Faculty of Philosophy/Vilnius Universit, p. 481-487. Disponível em: http://www.constructionism2018.fsf.vu.lt/file/repository/Proceeding_2018_Constructionism.pdf. Acesso em: 23 out. 2020.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

Downloads

Publicado

15-12-2020

Como Citar

MANDAIO, C.; SENSATO, M. G. Currículo e tecnologias na educação australiana. Tecnologias, Sociedade e Conhecimento, Campinas, SP, v. 7, n. 2, p. 9–32, 2020. DOI: 10.20396/tsc.v7i2.14859. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/tsc/article/view/14859. Acesso em: 30 nov. 2022.