Etrusco? Arcaico? Isolado? Notas sobre a recepção de Massimo Campigli no meio brasileiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/eha.15.2021.4652

Palavras-chave:

Massimo Campigli, MAC USP, Arte moderna italiana, Bienal de São Paulo, Etrusco

Resumo

O artigo discute a recepção da produção artística de Massimo Campigli no meio brasileiro, a partir da presença de suas pinturas no acervo do MAC USP e da apresentação de suas obras em duas edições da Bienal de São Paulo (1951 e 1955) e na individual na Galeria Sistina (1960). Com base nessa recepção, indicaremos duas questões intrínsecas a seu trabalho, que não vêm sendo discutidas: a eleição da figura feminina como tema; a ideia de “arcaico” como apartada de outras tendências sob o fascismo.

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Biografia do Autor

Renata Rocco, Universidade de São Paulo

Pesquisadora de Pós-Doutorado do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.

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Publicado

2021-12-31

Como Citar

ROCCO, R. Etrusco? Arcaico? Isolado? Notas sobre a recepção de Massimo Campigli no meio brasileiro. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 15, p. 559–570, 2021. DOI: 10.20396/eha.15.2021.4652. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4652. Acesso em: 2 fev. 2023.