Etrusco? Arcaico? Isolado? Notas sobre a recepção de Massimo Campigli no meio brasileiro
Capa por: Fanny Lopes, a partir de William Daniel, Self-Portrait, As Pedlar of Statues, 1850.  Organizadores: João Victor Batista, João Victor Rossetti Brancato, Ana Carolina Dias Florindo, Janaína da Silva Fonseca, Catherine Peggion Hergert, Letícia Asfora Falabella Leme, Fanny Tamisa Lopes, Fabriccio Miguel Novelli Duro, Fernando Pesce, Alysson Brenner Nogueira Pereira, Victoria Cristina Rozario Rodrigues.
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Palavras-chave

Massimo Campigli
MAC USP
Arte moderna italiana
Bienal de São Paulo
Etrusco

Como Citar

ROCCO, Renata. Etrusco? Arcaico? Isolado? Notas sobre a recepção de Massimo Campigli no meio brasileiro. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 15, p. 559–570, 2021. DOI: 10.20396/eha.15.2021.4652. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4652. Acesso em: 14 abr. 2024.

Resumo

O artigo discute a recepção da produção artística de Massimo Campigli no meio brasileiro, a partir da presença de suas pinturas no acervo do MAC USP e da apresentação de suas obras em duas edições da Bienal de São Paulo (1951 e 1955) e na individual na Galeria Sistina (1960). Com base nessa recepção, indicaremos duas questões intrínsecas a seu trabalho, que não vêm sendo discutidas: a eleição da figura feminina como tema; a ideia de “arcaico” como apartada de outras tendências sob o fascismo.

https://doi.org/10.20396/eha.15.2021.4652
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Referências

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