Memória de Margot

Autores

  • Roberto Akira Goto Faculdade Educação, Universidade Estadual de Campinas, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.20888/ridpher.v7i00.15214

Palavras-chave:

Memória, Margot Proença, Ensino de Filosofia, Escola Estadual Culto à Ciência, Campinas

Resumo

Como os assentamentos burocrático-administrativos permitem presumir, é provável que tenha começado a lecionar no colégio no segundo semestre de 1963. No Livro de Registro de Contratos de Professores, o seu é o de número 39, assim redigido: “Nos termos do artigo 14, n° II, da lei n° 3.345, de 17-1-56, combinado com o artigo 1° da lei 7.817, de 5-2-1963, e após cumpridas as formalidades dos artigos 6° (n. XIV) e 11 (n. V), da referida primeira lei acima, fica contratada a professora d. Margot Proença, para ministrar aulas de Filosofia, durante o período de 1° de agosto de 1963 a 28 de fevereiro de 1964, condicionada a permanência nesse período à aprovação da Comissão de Acumulação de Cargos, obrigando-se ao cumprimento, inclusive, de todas as obrigações atinentes à função, determinadas pelas leis, regulamentos e regimentos vigentes. / Campinas, 1° de agosto de 1963.”

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Publicado

2021-03-01

Como Citar

AKIRA GOTO, R. . Memória de Margot. RIDPHE_R Revista Iberoamericana do Patrimônio Histórico-Educativo, Campinas, SP, v. 7, n. 00, p. e021005, 2021. DOI: 10.20888/ridpher.v7i00.15214. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/ridphe/article/view/15214. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

DOCUMENTO