Arte Afro-diaspórica na Academia

colonialidade e regimes de representação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/eha.15.2021.4700

Palavras-chave:

Representação, Arte afrodiaspórica, Colecionismo

Resumo

Em 2012, o Museu D. João VI, museu da Escola de Belas Artes que abriga obras de referência para o ensino da arte, recebe uma coleção de arte popular reunida pelo antigo professor da instituição, Renato Miguez. Este artigo discute o lugar das obras afro-diaspóricas da coleção a partir da análise da representação de pessoas negras na produção artística do colecionador, atentando-se para os diversos índices de um regime colonial nas dinâmicas do fazer artístico e do colecionismo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Carolina Rodrigues de Lima, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Referências

BRULON, Bruno. Descolonizar o pensamento museológico: reintegrando a matéria para re-pensar os museus. In: Anais do Museu Paulista – vol. 28, 2020.

GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

HALL, Stuart. Cultura e Representação. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio; Apicuri, 2016.

ORTIZ, Renato. Cultura Brasileira e Identidade Nacional. São Paulo: Brasiliense, 2012.

PEREIRA, Sonia Gomes. O Museu D. João VI. In: Acervo, Rio de Janeiro: v. 21, n.1, p. 149-160, jan/jun 2008.

SIMÕES, Igor Moraes. Montagem Fílmica e Exposição: Vozes Negras no Cubo Branco da Arte Brasileira. Tese (Doutorado em Artes Visuais - História, teoria e crítica da Arte). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2019.

Downloads

Publicado

2021-12-31

Como Citar

LIMA, C. R. de . Arte Afro-diaspórica na Academia: colonialidade e regimes de representação. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 15, p. 332–344, 2021. DOI: 10.20396/eha.15.2021.4700. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4700. Acesso em: 4 fev. 2023.