Nunca fomos tão modernos

concretismo, neoconcretismo e contemporaneidade na obra de Willys de Castro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/eha.15.2021.4697

Palavras-chave:

Construtivismo, Abstracionismo, Progresso, Modernidade, Vida comum

Resumo

A partir da jornada criativa de Willys de Castro, este ensaio interpreta as crises que caracterizaram a passagem do concretismo ao neoconcretismo e da modernidade à contemporaneidade como momentos de depuração, reafirmação e fortalecimento de determinados valores — elegia do progresso, relação da arte e vida comum, abstracionismo geométrico e a vertente construtiva — que revelam, no contexto atual de nosso modo de vida uma presença marcante e resiliente dos valores vanguardistas e modernos.

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Biografia do Autor

Antonio Herci Ferreira Júnior, Universidade de São Paulo

Doutorando pelo Programa de Pós-graduação Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo.

Edson Leite, Universidade de São Paulo

Professor Titular do Programa de Pós-graduação Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo e do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.

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Publicado

2021-12-31

Como Citar

FERREIRA JÚNIOR, A. H.; LEITE, E. Nunca fomos tão modernos: concretismo, neoconcretismo e contemporaneidade na obra de Willys de Castro. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 15, p. 195–205, 2021. DOI: 10.20396/eha.15.2021.4697. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4697. Acesso em: 2 fev. 2023.