Ações de choque e retomada
Capa por: Fanny Lopes, a partir de William Daniel, Self-Portrait, As Pedlar of Statues, 1850.  Organizadores: João Victor Batista, João Victor Rossetti Brancato, Ana Carolina Dias Florindo, Janaína da Silva Fonseca, Catherine Peggion Hergert, Letícia Asfora Falabella Leme, Fanny Tamisa Lopes, Fabriccio Miguel Novelli Duro, Fernando Pesce, Alysson Brenner Nogueira Pereira, Victoria Cristina Rozario Rodrigues.
PDF

Palavras-chave

Arte contemporânea brasileira
Teoria decolonial
Instituições de arte
História da arte brasileira

Como Citar

OLIVEIRA, Priscila Medeiros de. Ações de choque e retomada: tensionamentos entre arte contemporânea e teoria decolonial. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 15, p. 438–447, 2021. DOI: 10.20396/eha.15.2021.4695. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4695. Acesso em: 14 abr. 2024.

Resumo

O debate decolonial se faz cada vez mais constante no campo da História da Arte brasileira. O assunto é presente em recentes ações de instituições nos últimos anos. Apesar da tentativa de reposicionamento, é um fato histórico que instituições de arte contribuíram para o apagamento de mulheres, pessoas negras e indígenas e suas produções imagéticas. Este artigo tem como objetivo analisar algumas ações no campo das artes visuais brasileira no eixo Rio de Janeiro e São Paulo nos últimos anos.  

 

https://doi.org/10.20396/eha.15.2021.4695
PDF

Referências

BAKER, Julia. Curadoria participativa: o caso da exposição Dja Guata Porã no Museu de Arte do Rio (MAR), In: Anais do 27º Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas, 27 º, 2018, São Paulo. Anais do 27 º Encontro da Anpap. São Paulo: Universidade Estadual Paulista (UNESP), Instituto de Artes, 2018. p.2600-2611.

BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o giro decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política, nº11. Brasília, p. 89-117, 2013.

CAMPOS, Marcelo; KNAUSS, Paulo. Imagens que não se conformam: texto curatorial. Museu de Arte do Rio. Disponível em: https://museudeartedorio.org.br/programacao/imagens-que-nao-se-conformam. Acesso em: 20 nov. 2021.

COCOTLE, Brenda Caro. Nós prometemos descolonizar o museu: uma revisão crítica da política museal contemporânea. MASP Afterall, 2019.

MIGNOLO, Walter. Museus no horizonte colonial da modernidade, Revista do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade de Brasília. Museologia e Interdisciplinaridade. Vol 7. Nº13, Jan/jun 2018.

QUIJANO, Aníbal. Cuestiones y horizontes: de la dependencia histórico-estructural a lacolonialidad/descolonialidad del poder - 1a edición especial - Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CLACSO; Lima: Universidad Nacional Mayor de San Marcos, 2020, p.329.

SCHWARCZ, Lilia. Introdução: História não é bula de remédio. In: Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, pp. 11-26

SIMÕES, Igor Moraes. Montagem fílmica e exposição: vozes negras no cubo branco da arte brasileira. Tese (Doutorado em Artes Visuais). Porto Alegre: UFRGS, 2019.

SIMÕES, Igor Moraes. Todo cubo branco tem um quê de Casa Grande: racialização, montagem e histórias da arte brasileira. Revista PHILIA | Filosofia, Literaturacias & Arte, Porto Alegre, volume 3, número 1, p. 314-329, maio de 2021.

VENTURA PROFANA y Poderdesligado. Restituição. Álbum: Traquejos Pentecostais Para Matar o Senhor, 2020.

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2021 Priscila Medeiros de Oliveira

Downloads

Não há dados estatísticos.