O abismo entre artista e recepção

os conflitos do Salão face à obra de Édouard Manet

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/eha.15.2021.4657

Palavras-chave:

Édouard Manet, Pintura, Filosofia, Estética, Salão

Resumo

O objeto deste trabalho abarca os conflitos entre a instituição do Salão e a crítica direcionada ao trabalho exposto do pintor impressionista Édouard Manet, na segunda metade do século XIX em Paris. Considerando a relevância do artista para o movimento impressionista e a geração à qual pertenceu em 1863, o objetivo desta comunicação é a de pontuar as críticas recebidas por Manet e investigar como elas enunciam as regras de arte. Tratarei, de modo geral, das obras O almoço na relva, Olympia e como ambas foram recepcionadas tendo as regras do desenho e do nu como regra artística e moral para julgar obra e artista. A variedade de termos pejorativos, a arbitrariedade das falas da época e a reputação abalada do artista conduzem a uma investigação que acentua o abismo entre o Salão e o artista, assim como enfatiza o trabalho de Manet, o primeiro pintor moderno.

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Biografia do Autor

Marina Franconeti, Universidade de São Paulo

Mestre em Filosofia pelo Programa de Pós Graduação do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo.

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Publicado

2021-12-31

Como Citar

FRANCONETI, M. O abismo entre artista e recepção : os conflitos do Salão face à obra de Édouard Manet. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 15, p. 216–225, 2021. DOI: 10.20396/eha.15.2021.4657. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4657. Acesso em: 4 fev. 2023.