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O Estranho Que Nós Amamos
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Palavras-chave

Siegel
Eastwood
Cinema
Paisagem
Afetos
Simetrias

Como Citar

MARINS, Dirceu Carlos. O Estranho Que Nós Amamos: simetria de formas e afetos de Siegel e Eastwood. Revista de História da Arte e da Cultura, Campinas, SP, n. 18, p. 145–158, 2021. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/15431. Acesso em: 25 jun. 2024.

Resumo

O filme O Estranho que nós Amamos possui simetrias de montagem e narrativa que as aproximam da obra do diretor Clint Eastwood. Esses mecanismos estéticos podem ser lidos por meio dos movimentos com que a paisagem se insere na narrativa do filme. O modo como reaparecerão na obra de Eastwood sugere que elas possuem uma coesão estilística, que flutua por meio de diferentes temáticas e filmes.

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Referências

BRION, Patrick. Clint Eastwood: Biographie, filmographie illustré, analyse critique. Paris: Éditions de La Martinière, 2001, p. 464.

SCHICKEL, Richard. Clint Eastwood: A Biography. Londres: Jonathan Cape, 1996, p. 237.

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Copyright (c) 2021 Revista de História da Arte e da Cultura

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