https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/issue/feed Revista de História da Arte e da Cultura 2023-01-31T14:15:13+00:00 Equipe Editorial rhac@unicamp.br Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A <strong style="color: #000000; font-family: &amp;quot; noto sans&amp;quot;,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Revista de História da Arte e da Cultura </strong>(RHAC) tem por objetivo a publicação e divulgação da produção acadêmica na área de História da Arte e da Cultura. Abrange textos voltados particularmente à reflexão sobre a visualidade, em suas conexões com o campo cultural. A publicação de trabalhos em português, inglês, francês, italiano e espanhol facilita o acesso a leitores brasileiros e estrangeiros. Publica inéditos de especialistas nacionais e estrangeiros nas seguintes modalidades: artigos, resenhas, entrevistas e transcrições de documentos. Propostas para dossiês podem ser encaminhadas para aprovação no conselho.<br /><strong>Qualis/CAPES</strong>: B2<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Interdisciplinaridade<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2020<br /><strong>E-ISSN</strong>: 2675-9829<br /><strong>Título abreviado</strong>: Rev. Hist. Arte e Cult. <br /><strong>E-mail</strong>: <a title="email" href="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/management/settings/context/mailto:rhac@unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">rhac@unicamp.br<span style="display: inline !important; float: none; background-color: #ffffff; color: #000000; cursor: text; font-family: 'Noto Sans',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;"> </span></a><br /><strong>Unidade</strong>: IFCH<br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><img src="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec//public/site/images/administrador/80x15_CC_BY3.png" /></p> https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17528 La tragédie humaine et le drame féminin 2023-01-31T14:15:13+00:00 Marie-Anne Lescourret marie-anne.lescourret@wanadoo.fr <p>Il me semblait intéressant de réunir ces deux artistes contemporains, l’un Français, Lionel Guibout, l’autre Chinois, He Canbo, dont les démarches se rejoignent dans une certaine expression de l’humanité, pour laquelle chacun a trouvé une modalité plastique singulière. C’est là une constante de l’art de He Canbo, inquiet des évolutions de la société, ainsi que de la destinée de l’homme dans le monde, dans le cosmos, ou même tout simplement dans la ville, ou le cycle quotidien. De là la multiplication des situations dans lesquelles il place les humains interchangeables figurés par ses « omégas ». Lionel Guibout s’est d’abord intéressé à l’humanité conservée, monumentale et mythique, dans les sculptures grecques, avant de la chercher dans la vie de la nature, associant l’écorce des arbres, les croûtes de la terre, et la peau des humains. Et c’est par l’entremise de cette peau vivante, souffrante, « écorcée », qu’il traduit encore sa préoccupation de l’offense actuelle faite aux femmes.</p> 2022-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Marie-Anne Lescourret https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17292 Portinari of Brazil em Detroit 2023-01-31T14:12:32+00:00 Danielle Misura Nastari daninastari@gmail.com <div><span lang="PT">Candido Portinari (1903-1962) alcançou sucesso estrondoso nos Estados Unidos entre 1939 e 1945 onde, durante 1941, três exposições individuais de seus trabalhos circularam simultaneamente. O evento que possibilitou as duas itinerâncias mais importantes foi a mostra solo do pintor no <em>Detroit Institute of Arts</em> (DIA), <em>Portinari of Brazil</em>, aberta em agosto de 1940. Examinamos aqui a realização e recepção desta exposição, levando em conta contextos políticos, sociais e culturais.</span></div> 2022-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Danielle Misura Nastari https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17282 Esgalga chama 2023-01-31T14:12:35+00:00 Elizabeth Ferreira Cardoso Ribeiro Azevedo bethazevedo@usp.br <p>Yvonne é uma das figuras&nbsp; menos conhecidas do grupo de artistas que participou da Semana. O artigo apresenta a participação da bailarina Yvonne Daumerie na segunda tarde da Semana de Arte Moderna. Resgata suas atividades anteriores como bailarina e professora, sua participação em novo evento ligado ao Modernismo, ainda em 1922, seu trabalho como coreógrafa de óperas e o desenvolvimento de sua carreira voltada a partir dos anos 30 para a música popular brasileira como vilonista. Traz também um breve levantamento das bailarinas "modernas" que estiveram em São Paulo entre as décadas de 10 e 20, e que, declaradamente, foram influências importantes sobre o estilo e as performances de Yvonne Daumerie.</p> 2022-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Elizabeth Ferreira Cardoso Ribeiro Azevedo https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17272 Alfredo Seelinger 2023-01-31T14:12:44+00:00 Heloisa Seelinger hseelinger@gmail.com <p>O artigo busca reconstituir a trajetória de Alfredo Seelinger (1844-1876), traçando seu perfil biográfico e mapeando suas atividades como aluno da Academia Imperial de Belas Artes, caricaturista da revista ilustrada <em>Bazar Volante</em>, tenor da Capela Imperial e pintor de história. O artista, apesar de constar nos prestigiosos <em>Allgemeines Künstlerlexicon, Bryan’s Dictionary e Benezit Dictionary</em>, ainda é insuficientemente conhecido no Brasil.</p> 2022-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Heloisa Seelinger https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/16683 A gloriosa memória 2023-01-31T14:12:49+00:00 Fidel Raul Carmo Reis fidelreis@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">A catana tem a particularidade de ser parte dos símbolos nacionais da bandeira nacional de Angola e da insígnia da República. Desde o dia 11 de novembro de 1975, nas comemorações, quer da independência nacional quer do dia 4 de fevereiro 1961, a catana parece ter um lugar de relevo como objeto simbólico de recordação e comemoração destes acontecimentos. É provável que esta ferramenta seja um elemento central na representação de uma gloriosa memória da luta armada de libertação, mas também um elemento veiculador de um sentimento de pertença a um país. Daí a seguinte interrogação: será que, presentemente, a catana pode ser apreendida como um lugar de memória da luta armada de libertação nacional e, simultaneamente, funcionar como elemento ideológico-identitário de generalização da ideia de nação?</span></p> 2022-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Fidel Reis https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17529 A pintura no século XIX 2023-01-31T14:11:57+00:00 Jorge Coli jorgecoli63@gmail.com <p>Em 1927, Henri Focillon (1881-1943), historiador da arte francês, publica em Paris o livro La peinture au XIXe siècle: le retour à l’antique, le Romantisme, seguido, no ano seguinte, por La peinture au XIXe et XXe siècles: Du Reálisme à nos jours. Os volumes, editado por H. Laurens, integravam a série Manuels d’Histoire de l’Art, sob direção de Henry Marcel, antigo diretor dos Museus Nacionais de França. A coleção tinha por objetivo “retraçar, em uma série de obras distintas, a história e a evolução de cada forma de arte”, das “origens” ao século XX. A tradução em português a seguir apresenta ao leitor a introdução do primeiro volume de Focillon, em que ele define as chaves para a compreensão da arte do século XIX.</p> 2022-12-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Jorge Coli