Revista de História da Arte e da Cultura https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac <p><strong>Escopo</strong>: A <strong style="color: #000000; font-family: &amp;quot; noto sans&amp;quot;,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Revista de História da Arte e da Cultura </strong>(RHAC) tem por objetivo a publicação e divulgação da produção acadêmica na área de História da Arte e da Cultura. Abrange textos voltados particularmente à reflexão sobre a visualidade, em suas conexões com o campo cultural. A publicação de trabalhos em português, inglês, francês, italiano e espanhol facilita o acesso a leitores brasileiros e estrangeiros. Publica inéditos de especialistas nacionais e estrangeiros nas seguintes modalidades: artigos, resenhas, entrevistas e transcrições de documentos. Propostas para dossiês podem ser encaminhadas para aprovação no conselho.<br /><strong>Qualis/CAPES</strong>: B2<br /><strong>Área do conhecimento</strong>: Interdisciplinaridade<br /><strong>Ano de fundação</strong>: 2020<br /><strong>E-ISSN</strong>: 2675-9829<br /><strong>Título abreviado</strong>: Rev. Hist. Arte e Cult. <br /><strong>E-mail</strong>: <a title="email" href="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/management/settings/context/mailto:rhac@unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">rhac@unicamp.br<span style="display: inline !important; float: none; background-color: #ffffff; color: #000000; cursor: text; font-family: 'Noto Sans',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;"> </span></a><br /><strong>Unidade</strong>: IFCH<br /><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br /><img src="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec//public/site/images/administrador/80x15_CC_BY3.png" /></p> pt-BR <p><strong><br><a title="CC" href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="/inpec//public/site/images/administrador/80x15_CC_BY3.png"></a><br></strong>O conteúdo submetido é de responsabilidade do autor. A <strong>RHAC</strong> não é responsável por quebras de Direitos Autorais feitas por seus colaboradores. Cabe aos autores obter por escrito a permissão de uso de qualquer material protegido. A simples remessa de originais implica a autorização para publicá-los. Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação. A <strong>RHAC</strong> trabalha sob&nbsp;<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/"><em>Licença Creative Commons&nbsp;</em>CC-BY</a>.</p> <p><strong>Atribuição (BY)</strong>:&nbsp; licenciados podem copiar, distribuir, exibir e executar a obra e fazer trabalhos derivados dela, apresentando os devidos créditos aos autores ou licenciadores, na maneira especificada por estes.</p> rhac@unicamp.br (Equipe Editorial) ppec@unicamp.br (Portal de Periódicos Eletrônicos Científicos) Sat, 31 Dec 2022 00:00:00 +0000 OJS 3.3.0.9 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 La tragédie humaine et le drame féminin https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17528 <p>Il me semblait intéressant de réunir ces deux artistes contemporains, l’un Français, Lionel Guibout, l’autre Chinois, He Canbo, dont les démarches se rejoignent dans une certaine expression de l’humanité, pour laquelle chacun a trouvé une modalité plastique singulière. C’est là une constante de l’art de He Canbo, inquiet des évolutions de la société, ainsi que de la destinée de l’homme dans le monde, dans le cosmos, ou même tout simplement dans la ville, ou le cycle quotidien. De là la multiplication des situations dans lesquelles il place les humains interchangeables figurés par ses « omégas ». Lionel Guibout s’est d’abord intéressé à l’humanité conservée, monumentale et mythique, dans les sculptures grecques, avant de la chercher dans la vie de la nature, associant l’écorce des arbres, les croûtes de la terre, et la peau des humains. Et c’est par l’entremise de cette peau vivante, souffrante, « écorcée », qu’il traduit encore sa préoccupation de l’offense actuelle faite aux femmes.</p> Marie-Anne Lescourret Copyright (c) 2022 Marie-Anne Lescourret https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17528 Sat, 31 Dec 2022 00:00:00 +0000 Portinari of Brazil em Detroit https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17292 <div><span lang="PT">Candido Portinari (1903-1962) alcançou sucesso estrondoso nos Estados Unidos entre 1939 e 1945 onde, durante 1941, três exposições individuais de seus trabalhos circularam simultaneamente. O evento que possibilitou as duas itinerâncias mais importantes foi a mostra solo do pintor no <em>Detroit Institute of Arts</em> (DIA), <em>Portinari of Brazil</em>, aberta em agosto de 1940. Examinamos aqui a realização e recepção desta exposição, levando em conta contextos políticos, sociais e culturais.</span></div> Danielle Misura Nastari Copyright (c) 2023 Danielle Misura Nastari https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17292 Sat, 31 Dec 2022 00:00:00 +0000 Esgalga chama https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17282 <p>Yvonne é uma das figuras&nbsp; menos conhecidas do grupo de artistas que participou da Semana. O artigo apresenta a participação da bailarina Yvonne Daumerie na segunda tarde da Semana de Arte Moderna. Resgata suas atividades anteriores como bailarina e professora, sua participação em novo evento ligado ao Modernismo, ainda em 1922, seu trabalho como coreógrafa de óperas e o desenvolvimento de sua carreira voltada a partir dos anos 30 para a música popular brasileira como vilonista. Traz também um breve levantamento das bailarinas "modernas" que estiveram em São Paulo entre as décadas de 10 e 20, e que, declaradamente, foram influências importantes sobre o estilo e as performances de Yvonne Daumerie.</p> Elizabeth Ferreira Cardoso Ribeiro Azevedo Copyright (c) 2022 Elizabeth Ferreira Cardoso Ribeiro Azevedo https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17282 Sat, 31 Dec 2022 00:00:00 +0000 Alfredo Seelinger https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17272 <p>O artigo busca reconstituir a trajetória de Alfredo Seelinger (1844-1876), traçando seu perfil biográfico e mapeando suas atividades como aluno da Academia Imperial de Belas Artes, caricaturista da revista ilustrada <em>Bazar Volante</em>, tenor da Capela Imperial e pintor de história. O artista, apesar de constar nos prestigiosos <em>Allgemeines Künstlerlexicon, Bryan’s Dictionary e Benezit Dictionary</em>, ainda é insuficientemente conhecido no Brasil.</p> Heloisa Seelinger Copyright (c) 2022 Heloisa Seelinger https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17272 Sat, 31 Dec 2022 00:00:00 +0000 A gloriosa memória https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/16683 <p><span style="font-weight: 400;">A catana tem a particularidade de ser parte dos símbolos nacionais da bandeira nacional de Angola e da insígnia da República. Desde o dia 11 de novembro de 1975, nas comemorações, quer da independência nacional quer do dia 4 de fevereiro 1961, a catana parece ter um lugar de relevo como objeto simbólico de recordação e comemoração destes acontecimentos. É provável que esta ferramenta seja um elemento central na representação de uma gloriosa memória da luta armada de libertação, mas também um elemento veiculador de um sentimento de pertença a um país. Daí a seguinte interrogação: será que, presentemente, a catana pode ser apreendida como um lugar de memória da luta armada de libertação nacional e, simultaneamente, funcionar como elemento ideológico-identitário de generalização da ideia de nação?</span></p> Fidel Raul Carmo Reis Copyright (c) 2022 Fidel Reis https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/16683 Sat, 31 Dec 2022 00:00:00 +0000 A pintura no século XIX https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17529 <p>Em 1927, Henri Focillon (1881-1943), historiador da arte francês, publica em Paris o livro La peinture au XIXe siècle: le retour à l’antique, le Romantisme, seguido, no ano seguinte, por La peinture au XIXe et XXe siècles: Du Reálisme à nos jours. Os volumes, editado por H. Laurens, integravam a série Manuels d’Histoire de l’Art, sob direção de Henry Marcel, antigo diretor dos Museus Nacionais de França. A coleção tinha por objetivo “retraçar, em uma série de obras distintas, a história e a evolução de cada forma de arte”, das “origens” ao século XX. A tradução em português a seguir apresenta ao leitor a introdução do primeiro volume de Focillon, em que ele define as chaves para a compreensão da arte do século XIX.</p> Jorge Coli Copyright (c) 2023 Jorge Coli https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rhac/article/view/17529 Sat, 31 Dec 2022 00:00:00 +0000