Um olhar sobre o I Salão Feminino de Arte de 1931
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Palavras-chave

Mulheres artistas
Salão
Escola Nacional de Belas Artes

Como Citar

SILVA, T. C. da. Um olhar sobre o I Salão Feminino de Arte de 1931. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 13, p. 836–843, 2018. DOI: 10.20396/eha.13.2018.4608. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4608. Acesso em: 25 fev. 2024.

Resumo

O ano de 1931 foi emblemático por ter sido o marco de alguns eventos importantes no campo das artes no Brasil, entre eles a criação do Núcleo Bernardelli, grupo criado por pintores insatisfeitos com o ensino artístico da Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) do Rio de Janeiro que se opunham ao método de ensino até então promovido pela escola, propondo sua reformulação, com objetivo de dar
maior acesso a novos artistas no Salão Nacional de Belas Artes. Neste mesmo ano ocorreu o “Salão Revolucionário”, como ficou conhecido o Salão Nacional de Belas Artes de 1931, sob a organização de Lúcio Costa (1902-1998), contando pela primeira vez com a participação categórica dos modernistas e apresentando um cenário de transgressão ao espaço conhecidamente mais tradicional dos salões promovidos até então. 

https://doi.org/10.20396/eha.13.2018.4608
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Referências

º Salão Feminino. O Cruzeiro, 13 de junho de 1931, pg.55. Fonte: Hemeroteca da Biblioteca Nacional.

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Copyright (c) 2018 Thais Canfild da Silva

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