A vida, o jogo e a arte
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Palavras-chave

Cultura
Lúdico
Johan Huizinga
Homo ludens

Como Citar

LOPES, R. F. A vida, o jogo e a arte: a perspectiva de Johan Huizinga sobre o elemento lúdico na cultura no século XX. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 13, p. 730–735, 2018. DOI: 10.20396/eha.13.2018.4594. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4594. Acesso em: 25 fev. 2024.

Resumo

Um grupo de arquitetos e artistas em atividade entre 1957 e o início dos anos 70 definiu suas atividades enquanto construção de situações. A proposta deste coletivo radicado na França que incluía a figura emblemática de Guy Debord e ficou conhecido como Internacional Situacionista entendia que a vida cotidiana poderia instigar paixões capazes de provocar um espírito lúdico no interior dos espaços urbanos, onde, apesar da repetição de hábitos, abre-se sempre um espaço para o aleatório, o incontrolável, o apaixonante. Foi dessa ideia que os situacionistas desenvolveram umas de suas formas lúdicas mais marcantes: as derivas. a velha arte de perambular pela cidade.

https://doi.org/10.20396/eha.13.2018.4594
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Referências

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Copyright (c) 2018 Renato Ferreira Lopes

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