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VOID. Talhando a paisagem
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Palavras-chave

Escultura
Matéria
Natureza
Paisagem
Território.

Como Citar

PITEIRA, Susana. VOID. Talhando a paisagem. Revista Visuais, Campinas, SP, v. 2, n. 3, p. 93–125, 2016. DOI: 10.20396/visuais.v2i3.12074. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/visuais/article/view/12074. Acesso em: 13 abr. 2024.

Resumo

No território formado pelo anticlinal de Estremoz, a paisagem gerada no contraste entre o seu carácter agrícola e o seu carácter industrial, associado à extração do mármore, proporciona um fértil campo de heterogénea reflexão/ação no domínio das artes. A partir deste contexto abordar-se-ão as relações da paisagem com a escultura e o território, focadas nas construções negativas, as pedreiras, enquanto site e os objetos escultóricos como possíveis no site, assim como outras práticas artísticas relativas ao lugar. Analisa-se também o palimpsesto que constitui a paisagem atual do anticlinal, nas suas múltiplas potencialidades e oportunidades artísticas, no presente e futuro. Esta abordagem, parte ainda de um olhar envolvido com o território em causa, numa coabitação constante e próxima, proporcionada pela prática da escultura, do habitar e da docência, da autora, registando o histórico de algumas ações, iniciadas há cerca de duas décadas, abrindo a discussão e reflexão sobre as problemáticas do território em questão no domínio da arte e da paisagem.

https://doi.org/10.20396/visuais.v2i3.12074
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