Música experimental, técnicas estendidas e práticas criativas como ferramentas decoloniais
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Palavras-chave

Decolonialidade
Música contemporânea
Modernidade
Improvisação
Técnicas estendidas

Como Citar

MESSINA, Marcello; MEJÍA, Carlos Mario Gómez; FEICHAS, Leonardo Vieira; SILVA, Carlos Eduardo da; MARTINS, Arthur José de Souza. Música experimental, técnicas estendidas e práticas criativas como ferramentas decoloniais: um relato de várias torções e tensões. Proa: Revista de Antropologia e Arte, Campinas, SP, v. 10, n. 1, p. 101–121, 2020. DOI: 10.20396/proa.v10i1.17609. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/proa/article/view/17609. Acesso em: 15 jul. 2024.

Resumo

Conjugar a teoria decolonial com práticas musicais no campo do que é geralmente significado como “música contemporânea” ou “experimental” não é tarefa fácil. Na introdução ao artigo, apresentamos o problema da ação ambivalente do significante “modernidade”, ou seja, um sinônimo de libertação para estéticas musicais envolvidas na experimentação, e um sinônimo de colonialidade para a teoria decolonial. A partir desta contradição fundamental e dos paradoxos que brotam dela, apresentamos os nossos esforços ao longo de dois eixos principais: um eixo performático, preocupado com aspectos práticos e teóricos das técnicas estendidas; e um eixo criativo, envolvido na atividade da composição. Finalmente, indicamos uma forma de síntese dos dois eixos nas nossas atividades improvisativas, junto ao Grupo de Improvisação Livre (G.I.L.), e refletimos sobre a irredutibilidade das contradições envolvidas nas nossas ações.

https://doi.org/10.20396/proa.v10i1.17609
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