Um convite

Traficantes do Simbólico - entre palcos, antropologia e arte

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20396/proa.v11i2.16567

Palavras-chave:

PPGAS/UNICAMP, Exposição, Regina Müller, Paulo Betti, Heloísa Pontes

Resumo

O ensaio parte de dois feixes analíticos, um mais geral e circunscrito ao saber antropológico, sob o diálogo entre arte e antropologia, calcado através da trajetória de Mário de Andrade e os seus efeitos, os diálogos, ações e práticas que verberaram nas gerações sucessoras de antropólogas e antropólogos. O segundo enquadramento localiza as trajetórias de antropólogas, atrizes/atores, pesquisadores e docentes que se vincularam à Unicamp nos anos de 1970 e 1980, através das contribuições da relação entre arte e antropologia para o saber antropológico. Nesse sentido o ensaio e a exposição, realizada no âmbito das comemorações dos 50 anos de criação do Programação de Pós-Graduação em Antropologia Social, se voltam para o momento que em que as coisas e as ideias ganham sentido, através de uma imaginação cultural.

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Publicado

2022-06-22

Como Citar

SERAFIM, A. G.; PAULINO, J. H. C.; NEGRETTI, N. Um convite: Traficantes do Simbólico - entre palcos, antropologia e arte. Proa: Revista de Antropologia e Arte, Campinas, SP, v. 11, n. 2, p. 12–27, 2022. DOI: 10.20396/proa.v11i2.16567. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/proa/article/view/16567. Acesso em: 30 set. 2022.

Edição

Seção

Dossiê

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