Uma análise dos fluxos de entrada de IED na China pós 1978

Autores

  • Tomás Costa de Azevedo Marques Universidade Federal do ABC

Palavras-chave:

Investimento Externo Direto, Fluxo de capitais, China, Relações centro-periferia, Desenvolvimento econômico

Resumo

A década de 1970 é um marco na economia política mundial pelo movimento conhecido como globalização, também entendido como a financeirização das economias no sistema mundo. Uma de suas características foi o processo de liberalização dos fluxos de capitais internacionais e o fim do sistema de convertibilidade do padrão ouro-dólar estabelecido unilateralmente pelos EUA, o que consolida o dólar como a moeda do sistema financeiro internacional e permite a maior integração produtiva e comercial das economias por meio dos investimentos externos direto (IED). No final dessa mesma década a China inicia reformas e modernizações estruturais que desencadeiam em uma abertura econômica gradual. Desde então ela tem se destacado por manter altas taxas de crescimento muito acima da média dos outros países e por sua rápida inserção nas cadeias de valor como o principal produtor de manufaturados e, mais recentemente, com maior participação em bens e serviços de maior valor agregado... 

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Biografia do Autor

Tomás Costa de Azevedo Marques, Universidade Federal do ABC

Doutorando em Economia Política Mundial pela  Universidade Federal do ABC. Trabalhou com o Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira (Cemif) da Fundação Getúlio Vargas (SP).

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Publicado

2020-02-13

Como Citar

MARQUES, Tomás Costa de Azevedo. Uma análise dos fluxos de entrada de IED na China pós 1978. Seminário Pesquisar China Contemporânea, Campinas, SP, n. 3, 2020. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/chinabrasil/article/view/3166. Acesso em: 24 abr. 2024.