No estúdio do fotógrafo

um estudo da (auto-)representação de negros livres e escravos no Brasil da segunda metade do século XIX

Autores

  • Sandra Sofia Machado Koutsoukos Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/studium.v0i9.10110

Palavras-chave:

Auto-representação, Ato fotográfico.

Resumo

Alguns dos primeiros documentos iconográficos em que aparece a família negra no Brasil, em sua labuta ou descanso, são os trabalhos de artistas e/ou viajantes estrangeiros como Frans Post, Joaquim Cândido Guillobel, Jean Baptiste Debret, Maurice Rugendas, Thomas Ender etc., para mencionar apenas algumas das principais fontes – “parafotográficas”, como bem chamou-os Gilberto Freyre, pela pretensão de exatidão.1 Os artistas/viajantes/estrangeiros retrataram os escravos trabalhando, descansando, cantando, dançando, casando, fumando, apanhando – registraram o orgulho e a humilhação dos negros; registraram o que era, para eles, o pitoresco, o “exótico”, e nos legaram documentos iconográficos preciosos do nosso passado.

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Biografia do Autor

Sandra Sofia Machado Koutsoukos, Universidade Estadual de Campinas

Mestrado em Artes (1994), Doutorado em Multimeios (2006) e Pós-Doutorado na área de Linguísitica, Letras e Artes, sendo todos pela Universidade de Campinas. 

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Publicado

2019-12-12

Como Citar

KOUTSOUKOS, S. S. M. . No estúdio do fotógrafo : um estudo da (auto-)representação de negros livres e escravos no Brasil da segunda metade do século XIX. Studium, Campinas, SP, n. 9, p. 42–53, 2019. DOI: 10.20396/studium.v0i9.10110. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/10110. Acesso em: 2 dez. 2022.

Edição

Seção

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