https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/issue/feed Studium 2020-01-24T13:46:06+00:00 Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A revista <strong><em>Studiu</em><em>m</em></strong>, é uma eletrônica semestral sobre Artes, do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas. Desde seu início a <strong><em>Studium</em></strong> teve seu reconhecimento em propiciar navegabilidade e interatividade fora de padrões da lógica da escrita impressa, ou seja, potencializando as características do ciberespaço. Seu início em começo do ano 2000 a coloca como talvez a primeira revista eletrônica brasileira, e a mais longeva.<br><strong>Qualis: </strong>B4<br><strong>Área do conhecimento</strong>: Artes<br><strong>Ano de fundação</strong>: 1999<br><strong>ISSN</strong>: 1519-4388<br><strong>Título abreviado</strong>: Studium<br><strong>E-mail</strong>: <a href="mailto:tacca@unicamp.br" target="_blank" rel="noopener">tacca@unicamp.br</a><br><strong>Unidade</strong>: IA<br><strong>Prefixo DOI</strong>: 10.20396<br><a title="CC BY" href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_blank" rel="noopener"><img src="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec//public/site/images/administrador/80x15_CC_BY5.png"></a></p> https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12614 Expired paper (Papel expirado), de Alison Rossiter 2020-01-24T13:44:40+00:00 Marc Lenot fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p>O livro&nbsp;<em>Expired Paper</em>&nbsp;apresenta a obra da artista norte-americana Alison Rossiter. Desde muitos anos ela trabalha só com papel fotográfico expirado – muitos dos quais expirados há mais de um século. Não tira uma fotografia, trabalha apenas na câmara obscura, colocando o papel no tanque de revelação, no banho fixador e nada mais, ou derramando estes produtos sobre o papel. Desta maneira, formas aparecem no papel, formas latentes criadas pela degradação temporal dos sais argênticos e da gelatina, pela umidade ambiente e pela luz que entra dentro do pacote não totalmente hermético. Algumas imagens são arqueológicas traças do passado (como as impressões digitais de um operador negligente), outras parecem ser paisagens desfocadas e românticas, algumas são formas puramente geométricas, outras, seguradas pela mão da fotógrafa, estão embaçadas como antigos espelhos. Sua obra experimental é contrária à visão tradicional da fotografia: ela faz fotografias da fotografia própria, imagens do nada, e nada mais.</p> </div> </div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12615 Fotografía y sociedad 2019-12-24T00:29:13+00:00 Silvia Pérez Fernández fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p>O artigo analisa o alcance da teoria com a qual Gisèle Freund estuda a fotografia francesa do século XIX, particularmente a concepção de ideologia. Levando em conta sua atividade como fotojornalista na Alemanha, a formação na Escola de Frankfurt e a sociologia da arte incorporada em Paris, procura-se demonstrar a maneira pela qual a autora concebe a evolução da fotografia - especialmente, o retrato – na fotografia francesa do século XIX como expressão do desenvolvimento da classe burguesa. Mas, como Freund a utiliza, a noção de ideologia exclui tanto as práticas repressivas exercidas pelo Estado burguês no século XIX, quanto aquelas que o proletariado implantou na sua confrontação, no que é conhecido como "o movimento da fotografia operária".</p> </div> </div> <div id="art">&nbsp;</div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12619 A propósito e a partir de a câmara clara de Roland Barthes a fotografia contra o cinema 2020-01-24T13:46:06+00:00 Philippe Dubois fernandodetacca@gmail.com Érico Monteiro Elias fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p>O artigo busca abordar o livro de Roland Barthes sob um ângulo bastante particular: não se trata de re-dizer sob quais aspectos é uma obra clássica e fundadora "<em>sobre</em>&nbsp;a fotografia", mas de mostrar que há também uma outra face, menos conhecida, na qual se mostra um livro "<em>contra</em>&nbsp;o cinema" - um não existe sem o outro. Para demonstrar esse posicionamento, baseado também em em textos publicados por Barthes sobre o cinema, apontaremos a importância para ele do gesto analítico do "congelamento da imagem", na medida em que esse ato "abre" e "escava" uma imagem, que se torna disponível ao olhar, permitindo que ele extraia dela diversas camadas de significações. O fotográfico para Barthes&nbsp;<em>se faz livro</em>.</p> </div> </div> <div id="art">&nbsp;</div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12620 Lisboa, cidade triste e alegre, de Victor Palla & Costa Martins 2019-12-26T21:20:52+00:00 Tereza Siza fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p><em>Lisboa, cidade triste e alegre</em>, publicado em fascículos em 1958/59, é um caso ímpar na produção fotográfica e editorial portuguesa do seu tempo. O texto procura enquadrá-lo na produção nacional e internacional e ressalta o seu carácter inovador. Os autores, Victor Palla (1922-2006) e Manuel Costa Martins (1922-1996), ambos arquitectos, fotografaram a cidade durante três anos e desenvolveram o conceito, a estrutura e o grafismo da obra, - a que chamaram “poema gráfico” - assumindo a autoria comum de todas as fotografias. Palla &amp; Costa Martins criam uma nova estética urbana, reforçando o papel do sujeito operador, ligando as imagens fotográficas à cultura e interesses do sujeito – à literatura, ao desenho, ao design, ao cinema. Como a fotografia, a cidade é um conjunto de situações, de atmosferas, de vivências: tão estilhaçada como as imagens que se tiram dela.</p> </div> </div> <div id="art">&nbsp;</div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12621 Tudo em que acredito é inventado 2019-12-26T21:38:02+00:00 Alexandre Sequeira fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p>O presente artigo busca apresentar algumas considerações de ordem pessoal acerca do Fotolivro&nbsp;<em>Retratos da Garoupa</em>&nbsp;da artista visual Fernanda Grigolin, a partir dos conceitos de ruína em Walter Benjamin, e Auto Fabulação poética de Serge Doubrovsky. Interessa-nos analisar as possíveis relações entre a natural incompletude de uma imagem fotográfica e os conceitos supracitados na elaboração de uma proposição artística que relaciona imagem e memória. Tomamos como hipótese a certeza que são precisamente as ficções que nos permitem estruturar nossa experiência do real, na medida que são capazes de operar – paradoxalmente – por ocasião da falência da imagem fotográfica enquanto potência de libertação.</p> </div> </div> <div id="art"> <p class="divisao">&nbsp;</p> </div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12622 SCIANNA, Ferdinando. Quelli di Bagheria 2019-12-26T21:53:09+00:00 Antonio Ansón fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p>Quelli di Bagheria é uma reflexão sobre o livro de Ferdinando Scianna "Quelli di Bagheria". Propõe uma reflexão sobre o álbum de família como modelo narrativo. Analisa também sobre a importância na relação entre palavra e imagem. Enfatiza a dimensão literária do trabalho de Ferdinando Scianna e a importância do design gráfico em um livro de fotografia.</p> </div> </div> <div id="art">&nbsp;</div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12623 O Livro de Beth ( O Livro de Beth ) de Kent Klich 2019-12-26T22:28:04+00:00 Carma Casulá fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p><span>Eu encontrei ou livro da Beth entre as caixas com livros de segunda classe disponíveis em frente a uma livraria nas ruas de Nova York.&nbsp;O seu contracapa me fascinou com um notório jantar urbano, um tanto perturbador quanto chegado a várias leituras nas quais uma pessoa parece aparentemente relaxada, possivelmente escondida ou esperando um momento ou que está na frente de um carro.&nbsp;Percorri imediatamente ou por dentro.&nbsp;Nos últimos anos ainda segue o senso inspirador.</span></p> </div> </div> <div id="art">&nbsp;</div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/studium/article/view/12624 I am so happy, de Marvin Heiferman e Carole Kismaric 2020-01-24T13:44:16+00:00 Rosângela Rennó fernandodetacca@gmail.com <div id="art_res"> <div id="resumo"> <p>O artigo relata o encontro fortuito com um pequeno livro em 1990 sobre as imagens descartáveis de livros infantis com fotografias publicitárias realizadas entre os anos 50 e 90, Esse encontro já induzia as preocupações da artista com as questões de memórias, ruínas, arquivo e esquecimento das imagens fotográficas presentes em suas obras desde naquele.</p> </div> </div> <div id="art">&nbsp;</div> 2019-06-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Studium