Por los senderos de la justicia indígena boliviana

un dialogo con la Amawt’a Marcela Quisbert

Autores

  • Roger Adan Chambi Mayta Universidade Federal da Integração Latino-Americana

DOI:

https://doi.org/10.20396/maloca.v2i.13397

Palavras-chave:

Pluralismo jurídico, Conflito de competição, Autoridades indígenas

Resumo

O exercício do pluralismo jurídico boliviano nas mãos dos povos indígenas demonstrou as contradições do que está estipulado na lei com a prática. A experiência da Amawt’a Marcela Quisbert, principal líder no primeiro processo de Conflito de Competência entre a Jurisdição Camponesa Indígena Original e a Jurisdição Ordinária levantada no Vale do Zongo, é um testemunho dos limites que as autoridades indígenas cruzam na época de exercer seus direitos coletivos no quadro normativo plural. A partir disso, nesta entrevista, pretendemos divulgar este cenário de conflito e as diferentes estratégias de resistência que emergiram das autoridades indígenas, uma vez que foram dirigidas pelas formalidades da Jurisdição Ordinária.

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Biografia do Autor

Roger Adan Chambi Mayta, Universidade Federal da Integração Latino-Americana

Discente na Universidade Federal da Integração Latino-Americana.

Referências

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Publicado

2020-11-23

Como Citar

CHAMBI MAYTA, R. A. Por los senderos de la justicia indígena boliviana : un dialogo con la Amawt’a Marcela Quisbert. Maloca: Revista de Estudos Indígenas, Campinas, SP, v. 2, p. e019005, 2020. DOI: 10.20396/maloca.v2i.13397. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/maloca/article/view/13397. Acesso em: 25 jan. 2022.

Edição

Seção

Entrevistas