Imperialismo e lutas sociais na América Latina

Autores

  • Eliel Ribeiro Machado Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.20396/cemarx.v1i2.10791

Palavras-chave:

Imperialismo

Resumo

Enquanto alguns intelectuais vicejavam o fim da luta armada de esquerda, eclodiano primeiro dia do ano de 1994 a revolta dos índios e camponeses pobres de Chiapas,México, arranhando a “nova ordem” mundial pós-muro de Berlim. Nem bem o neoliberalismodemonstrava a sua força política hegemônica, a resistência vinha de umdos lugares mais pobres, ao mesmo tempo em que os neoliberais comemoravam oTratado de Livre Comércio da América do Norte, que credenciava o México a ingressarno Primeiro Mundo. Os zapatistas reivindicavam, principalmente, “pão, saúde,educação, autonomia e paz”.

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Biografia do Autor

Eliel Ribeiro Machado, Universidade Estadual de Londrina

Doutor em Ciências Sociais (Política) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor de Ciência
Política da Universidade Estadual de Londrina. Coordenador do GEPAL (Grupo de Estudos Políticos da América Latina).  Membro do NEILS (Núcleo de Estudos de Ideologias e Lutas Sociais).

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Publicado

2005-07-18

Como Citar

MACHADO, E. R. Imperialismo e lutas sociais na América Latina. Cadernos Cemarx, Campinas, SP, v. 1, n. 2, p. 51–56, 2005. DOI: 10.20396/cemarx.v1i2.10791. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/cemarx/article/view/10791. Acesso em: 2 fev. 2023.

Edição

Seção

Artigos