Os desafios de administrar os recursos hídricos da Bacia PCJ na RMP
Capa dos Anais do XIV Seminário do Laboratório de Economia e Gestão LEG/FCA
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Palavras-chave

Bacia PCJ
recursos hídricos
Região Metropolitana de Piracicaba

Como Citar

DE MORAIS MARIA, Isadora. Os desafios de administrar os recursos hídricos da Bacia PCJ na RMP. Seminários do LEG, Limeira, SP, v. 14, n. 1, p. 42–55, 2024. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/leg/article/view/5237. Acesso em: 19 jul. 2024.

Resumo

A água é imprescindível para a higiene e o bem-estar humanos, além de ser um elemento constituinte que participa do progresso econômico e social por fornecer benefícios para os seres vivos e para diferentes funções econômicas, de acordo com Yassuda (1993). Nesse sentido, o afligimento que a sociedade desenvolveu pela temática ambiental nos últimos anos é notório. Como consequência, isso é refletido nos dias atuais. Dessa forma, devido a considerável densidade demográfica da Região Metropolitana de Piracicaba (RMP) somado às diferentes utilizações de recursos hídricos em um espaço geográfico - Bacia PCJ -, surge a necessidade de uma boa gestão hídrica por parte da pluralidade de atores constituintes dessa dinâmica. Bittencourt e Schmitz (2017) afirmam que, com a crescente escassez dos recurso hídricos em alguns períodos do ano atrelado a massiva utilização deste recurso, surge a necessidade de uma governança metropolitana e intramunicipal eficiente, integrativa e participativa, que vise o planejamento e estratégias sustentáveis e que mirem a poupança na busca pela harmonia da faceta socioeconômica e ambiental. Além disso, o principal método de procedimento empregado ao decorrer da pesquisa foi o de estudo de caso, no intuito de compreender, através de fatos e evidências documentais, as ocorrências acerca da problemática em questão. Devido a esta problemática, origina-se a demanda por uma administração ambiental acerca dos recursos hídricos que gerencie de modo eficiente, tanto para o uso quantitativo quanto qualitativo. Portanto, a cooperação e a transparência dos atores participantes dessa dinâmica inseridos no contexto regional metropolitano, pode gerar um maior equilíbrio, mas para isso, é essencial a aplicação de uma governança estratégica que vise a eficiência, integração e participação, no intuito de promover uma articulação e cooperação intramunicipal.

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