Construir um educativo e promover acessibilidade
Capa do Eixo 3 sobre Diversidade, Inclusão e Pertencimento
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Palavras-chave

Educação em Museus
Acessibilidade
Curadoria compartilhada

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Como Citar

PEIXOTO, Denise. Construir um educativo e promover acessibilidade: um pouco da trajetória de uma educadora de Museu. Congresso dos Profissionais das Universidades Estaduais de São Paulo, Campinas, SP, n. 2, p. e023147, 2023. DOI: 10.20396/conpuesp.2.2023.4890. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/conpuesp/article/view/4890. Acesso em: 21 maio. 2024.

Resumo

Introdução: O Museu Paulista foi inaugurado em 1895 e em 1963 integrado a Universidade de São Paulo. Ao longo dos anos, especializou-se como um museu de história e cultura material. Somente em 2001, o Serviço de Atividades Educativas foi implantado, com a contratação de uma educadora, e alocado junto à Divisão de Acervo e Curadoria, que abrigava as áreas de documentação, conservação e museografia – além dos docentes do Museu. Objetivo: Este trabalho pretende apresentar como a área educativa do Museu Paulista se configurou, suas linhas de ação e como foram estabelecidos os pressupostos para tornar a instituição acessível e inclusiva para distintos perfis de público. Metodologia: O SAE estabeleceu linhas de ação articuladas ao ciclo curatorial e
comprometidas com o cumprimento da missão de um museu universitário. São elas: Produção de Materiais Pedagógicos e de Apoio à Mediação; Pesquisas de Público; Participação na concepção das exposições; e Elaboração de Estratégias de Mediação, que se desdobrava em programas voltados para diferentes perfis de público, respeitando suas especificidades, inclusive pessoas com deficiência. Resultados: Dentre os inúmeros projetos desenvolvidos e públicos atendidos, destaca-se a criação da Reserva Técnica Didática, com objetos e recursos de distintas tipologias e materialidades, inclusive adaptações para pessoas cegas, os quais eram mobilizados nas atividades educativas favorecendo experiências compartilhadas. Conclusão: Ao inserir as práticas educativas às demais ações de curadoria, qualifica-se profundamente a relação com os diferentes perfis de público. Por outro lado, assumida a premissa da acessibilidade, o Museu torna-se um espaço que promove a inclusão e pertencimento.

https://doi.org/10.20396/conpuesp.2.2023.4890
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Referências

ARRUDA, Isabela Ribeiro de; PEIXOTO, Denise Cristina Carminatti. Educação e curadoria no Museu do Ipiranga. In: LIMA, Solange Ferraz de; CARVALHO, Vânia Carneiro de (coord.). Ciclo Curatorial. São Paulo: Edusp, Museu Paulista da USP, 2022.

MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. Como explorar um museu histórico. Museu Paulista. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1992.

MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. Do teatro da memória ao laboratório da História: a exposição

museológica e o conhecimento histórico. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, v. 2,

n. 1, p. 9-42, 1994. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-47141994000100002.

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Copyright (c) 2023 Denise Peixoto (Autor)

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