Potencialidades e fragilidades em ambientes virtuais de ensino-aprendizagem para enfermeiros
Capa créditos: Gildenir C. Santos (Canva)
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Palavras-chave

Estudos de revisão
Enfermagem
Educação em saúde

Como Citar

1.
Santos JGA, Alho AE de O, Maia F de OM, São-João TM. Potencialidades e fragilidades em ambientes virtuais de ensino-aprendizagem para enfermeiros: uma revisão de escopo. CCFEU [Internet]. 30º de novembro de 2022 [citado 22º de fevereiro de 2024];(2):e20224775. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/ccfenf/article/view/4775

Resumo

Introdução: No processo de ensino-aprendizagem de adultos, novos recursos tecnológicos são progressivamente disponibilizados, incrementando a gama de alternativas para a construção e disseminação do conhecimento e proporcionando interação e conectividade na relação professor-estudante. A criação de ambientes virtuais de ensino-aprendizagem (AVEA) deve ser adequadamente planejada e fundamentada em princípios educacionais a fim de favorecer a aprendizagem dialógica e contribuir para a formação de opiniões, reflexões e conceitos. O ensino da enfermagem por meio de AVEA merece destaque como estratégia promissora no enfrentamento dos múltiplos problemas de saúde que afetam as populações e seus contextos sociais, especialmente com o advento da pandemia causada pela COVID-19. Objetivos: Mapear e sintetizar as evidências disponíveis relacionadas às potencialidades e fragilidades do uso de AVEA para enfermeiros. Método: Revisão de escopo junto às bases de dados e diretórios acadêmicos: Web of Science, SCOPUS, CINAHL, PUBMED, Lilacs e Scielo; além da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações e Epistemonikos. A estratégia de busca utilizou os termos: Health Education, Nursing, Learning, Virtual Learning Environments. Resultados: Após a realização da fase de screening (n=103), 11 artigos foram incluídos. Houve predominância de periódicos da Área de Enfermagem e de autores dos Estados Unidos e Reino Unido. Todos os artigos estavam na língua inglesa. O primeiro data de 2000 e o último, de 2021. Não houve incremento da produção na área diante da pandemia. Houve predomínio de estudos descritivos (63,6%). Aproximadamente 80% relacionam-se à implementação e avaliação de AVEA. Conclusão: Há um predomínio de potencialidades relacionadas ao emprego de AVEA para capacitar enfermeiros, que envolvem a flexibilidade, interações diversas e capacidade de expor-se a uma situação de forma virtual e/ou simulada. As fragilidades apontam para a falta de preparo dos instrutores, de recursos e de suporte técnico.

https://doi.org/10.20396/ccfenf220224775
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Copyright (c) 2022 Jhonatas Grigorio Alcantara Santos, Ana Elisa de Oliveira Alho, Flávia de Oliveira Motta Maia, Thaís Moreira São-João

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