Tecnologia de visualização da rede venosa periférica em pacientes adultos e pediátricos
Capa créditos: Gildenir C. Santos (Canva)
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Palavras-chave

Cateter venoso periférico
Cateterismo periférico
Punções

Como Citar

1.
Vieira APG, Pavan RBB, Ferreira GC, Soares BB, Andrade JC de, Pesconi S de FJ, Gonçalves MC dos S, Alves DF dos S. Tecnologia de visualização da rede venosa periférica em pacientes adultos e pediátricos. CCFEU [Internet]. 30º de novembro de 2022 [citado 25º de fevereiro de 2024];(2):e20224780. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/ccfenf/article/view/4780

Resumo

Introdução: Tecnologias de visualização das veias para seleção do sítio de inserção do cateter periférico vem sendo amplamente utilizada para pacientes com dificuldade para obtenção do acesso venoso. Dentre estas tecnologias, a luz quase infravermelha (do inglês, near infrared light) (Vein Viewer®) possibilita o mapeamento da rede venosa periférica superficial quanto a profundidade, tortuosidade, presença de válvulas e calibre. A utilização simultânea ao procedimento pode aumentar a taxa de sucesso na punção venosa e diminuir os eventos adversos. Objetivo: Descrever os indicadores com o uso do visualizador de veias para obtenção do acesso venoso periférico em pacientes adultos e pediátricos. Método: Estudo observacional, descritivo, realizado em um hospital universitário de no Campinas, SP, Brasil, por meio de consulta ao banco de dados que inclui variáveis idade, sexo, motivo do uso da tecnologia (múltiplas punções prévias, veias não visíveis, não palpáveis, tortuosas e de pequeno calibre). Os resultados foram apresentados por meio de estatística descritiva, com valores absolutos e frequência relativa para variáveis categóricas. Resultados: No período de dezembro de 2021 a agosto de 2022, foram avaliados 68 pacientes com a tecnologia, sendo 82,4% pacientes adultos e 17,6% pacientes pediátricos (17,6%). Os principais motivos para o uso da tecnologia foram múltiplas punções venosas prévias (92%), veias não visíveis (80,8%) veias não palpáveis (73,5%), veia de pequeno calibre (44%) e veias tortuosas (39,7%). O número de punções para obtenção do acesso venoso periférico variou de uma a quatro punções e o sucesso na obtenção do acesso foi de 76,5% independente do número de punções. Conclusão: O uso da tecnologia para visualização de veias periféricas superficiais possibilitou avaliar pacientes com difícil acesso venoso e aumentar o sucesso na obtenção do acesso venoso periférico.

https://doi.org/10.20396/ccfenf220224780
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Copyright (c) 2022 Ana Paula Gadanhoto Vieira, Renata Bigatti Bellizotti Pavan, Gilmara Cristiane Ferreira, Bruna Bueno Soares, Juliane Custódio de Andrade, Siliany de Fátima Jandotti Pesconi, Marcelle Castro dos Santos Gonçalves, Daniela Fernanda dos Santos Alves

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