O papel do enfermeiro na cessação do tabagismo
Capa créditos: Gildenir C. Santos (Canva)
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Palavras-chave

Enfermagem
Transtorno por uso de tabaco
Cessação do tabagismo

Como Citar

1.
Alho AE de O, Neves ML dos S, Andrechuk CRS, Rodrigues RCM, Fernandes HGC, São-João TM. O papel do enfermeiro na cessação do tabagismo: um ensaio crítico. CCFEU [Internet]. 30º de novembro de 2022 [citado 22º de fevereiro de 2024];(2):e20224773. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/ccfenf/article/view/4773

Resumo

Introdução: O tabagismo pode ser definido como o consumo de qualquer produto do tabaco, produzindo ou não fumaça. Ele existe desde os tempos antigos, mas ainda é muito atual e tem consequências substanciais a longo prazo. No Brasil existe um programa em ação conjunta com o Ministério da Saúde para reduzir o número de pessoas ativas que fumam. Ter motivação e expressar desejo de parar de fumar, nem sempre é suficiente. O enfermeiro, então, pode ter papel central na assistência a essas pessoas, na transformação de sua intenção em ação, oferecendo seu conhecimento por meio de intervenções teóricas. Objetivos: Refletir sobre o papel profissional do enfermeiro no apoio à cessação do tabagismo na perspectiva educativa, das pessoas que usam tabaco e da equipe de enfermagem. Método: Estudo teórico-reflexivo, baseado na abordagem histórico cultural da Teoria dos Efeitos Percebidos do Uso de Substâncias de Smith. Resultados: Os malefícios do cigarro estão bem estabelecidos na literatura mundial, e apesar dos males que o tabagismo causa, a nicotina é considerada a drogas mais consumida em todo mundo. O tabagismo é uma doença crônica classificada no grupo dos transtornos mentais e comportamentais decorrentes do uso de substâncias psicoativas. Na última década, os enfermeiros estiveram envolvidos em uma ampla gama de intervenções para apoiar a cessação do tabagismo. As intervenções conduzidas por enfermeiros geralmente visam reduzir o controle ou alcançar a abstinência do tabaco e envolvem métodos como manuais, panfletos, folhetos, treinamentos ou materiais educativos impressos, arquivos de áudio e vídeo, além das consultas de enfermagem e os métodos de reposição de nicotina. Conclusão: Os enfermeiros precisam projetar e engajar-se em intervenções sob medida baseadas em teorias destinadas a ajudar as pessoas a alcançarem seus próprios objetivos planejados em relação ao comportamento de fumar.

https://doi.org/10.20396/ccfenf220224773
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Copyright (c) 2022 Ana Elisa de Oliveira Alho, Mayza Luzia dos Santos Neves, Carla Renata Silva Andrechuk, Roberta Cunha Matheus Rodrigues, Heloísa Garcia Claro Fernandes, Thaís Moreira São-João

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