Autocuidado, nível de atividade física e adesão medicamentosa e sua relação com os desfechos clínicos e psicossociais de pessoas com doença arterial coronária em seguimento ambulatorial
Capa créditos: Gildenir C. Santos (Canva)
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Palavras-chave

Enfermagem
Questionários
Doença das coronárias

Como Citar

1.
Silva ATA da, Matias MC, Sousa TR de, Pagamicce LT, Neves ML dos S, Cornelio ME, et al. Autocuidado, nível de atividade física e adesão medicamentosa e sua relação com os desfechos clínicos e psicossociais de pessoas com doença arterial coronária em seguimento ambulatorial. CCFEU [Internet]. 30º de novembro de 2022 [citado 14º de abril de 2024];(2):e20224761. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/eventos/index.php/ccfenf/article/view/4761

Resumo

Introdução: a Doença Arterial Coronária (DAC) destaca-se por sua alta prevalência no Brasil e no mundo, bem como seu alto risco de incapacidade e mortalidade. Trata-se de uma condição crônica, complexa e multifatorial; e seu manejo envolve a adesão ao seguimento clínico regular e a comportamentos relacionados aos hábitos e estilo de vida; com vistas a controlar os fatores de risco modificáveis da doença. Objetivo: Este estudo teve como objetivo avaliar a relação entre nível de atividade física e de aptidão cardiorrespiratória com as variáveis clínicas e psicossociais de pessoas com DAC em seguimento ambulatorial. Método: Tratou-se de um estudo exploratório com pacientes com DAC em seguimento regular em ambulatório de cardiologia de um hospital universitário de grande porte do interior de São Paulo. Os dados foram obtidos por meio de entrevista. O estudo foi aprovado pelo CEP-Unicamp (CAAE: 51589421.0.0000.5404). Resultados: A amostra foi composta por participantes do sexo masculino, brancos, vivendo com companheiro, inativos, procedentes de outras cidades de SP, com média de idade de 63,4 anos; baixas escolaridade e renda mensal; tabagistas e com sobrepeso. Apresentavam sintomas relacionados à DAC no último mês e condições clínicas associadas. Houve regular adesão às orientações gerais para controle da DAC, predomínio do sedentarismo/inatividade física e de baixos níveis de aptidão cardiorrespiratória. Conclusão: Houve associação entre o nível de atividade física e o consumo de sal mensal por família; entre a escolaridade e a idade; entre a circunferência abdominal e o índice de massa corporal; entre a hemoglobina glicosilada e o nível sérico de triglicérides; e a renda familiar e a escolaridade. Compreender os fatores psicossociais e o estilo de vida das pessoas com DAC parece promissor para compreender seus comportamentos e propor adequadas intervenções de enfermagem.

https://doi.org/10.20396/ccfenf220224761
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Copyright (c) 2022 Aline Thaís Augusto da Silva, Maria Clara Matias, Thainara Rocha de Sousa, Leila Tassia Pagamicce, Mayza Luzia dos Santos Neves, Marilia Estevam Cornelio, Roberta Cunha Matheus Rodrigues, Thaís Moreira São-João

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