Prótese parcial removível- fase laboratorial

Autores

  • Célia Marisa Rizziatti-Barbosa Universidade Estadual de Campinas
  • Mauro Augusto Barbosa Universidade Estadual de Campinas
  • Altais Antoninha Del Bel Cury Universidade Estadual de Campinas
  • Renata Cunha Matheus Rodrigues Garcia Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i1.8980

Palavras-chave:

Prótese removível. Reabilitação protética. Craniomandíbula

Resumo

Sabe-se que a não substituição dos dentes ausentes atravéz de reabilitações protéticas pode ser causa de migrações dentais e extrusões, que induzem a traumas oclusais e, consequêntemente, às desordens craniomandibulares.

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Biografia do Autor

Célia Marisa Rizziatti-Barbosa, Universidade Estadual de Campinas

Possui Graduação em Odontologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - São José dos Campos, SP, Mestrado em Odontologia (Farmacologia) pela Universidade Estadual de Campinas - Piracicaba, SP, Doutorado em Reabilitação Oral pela Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto, SP e Pós-Doutorado em Disfunções Temporomandibulares pela University of Rochester - Eastman Dental Center, NY, USA. 

Mauro Augusto Barbosa, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP

Altais Antoninha Del Bel Cury, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP

Renata Cunha Matheus Rodrigues Garcia, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP

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Publicado

2016-10-31

Como Citar

RIZZIATTI-BARBOSA, C. M.; BARBOSA, M. A.; CURY, A. A. D. B.; GARCIA, R. C. M. R. Prótese parcial removível- fase laboratorial. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 1, p. 109–109, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i1.8980. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8980. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Serviços