Reflexão sobre discriminação e preconceito no ambiente de trabalho

Autores

  • V. Coentro Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8833

Palavras-chave:

Programa de saúde auditiva. Músicos

Resumo

Os músicos de uma orquestra sinfônica que nos encantam com suas melodias como uma obra de arte, não são diferentes de outros trabalhadores pois estão expostos a agentes físicos como o ruído em sua jornada de trabalho ultrapassando os limites de tolerância suportado pelo ouvido, estando sujeitos a apresentarem problemas auditivos tal qual um trabalhador de uma indústria. O objetivo deste trabalho foi verificar a relação de queixas auditivas e extra auditivas em músicos de orquestra sinfônica que apresentam audição dentro dos limites aceitáveis. Foram avaliados 19 músicos de ambos os sexos com média de tempo máximo de profissão de 15 anos, faixa etária entre 31 e 59 anos submetidos a anamnese clínico-ocupacional, meatoscopia e audiometria Foram questionados sintomas auditivos e extra-auditivos que comumente aparecem nos portadores de Perda Auditiva Induzida por Ruído. Os resultados obtidos mostraram que 89,47% referiram algum tipo de queixa auditiva e/ou extra-auditiva; apenas 10,52% não apresentaram nenhum tipo de queixa. Não houve relação instrumento e queixa auditiva. Um Programa de Saúde Auditiva se faz necessário para o profissional músico, com enfoque principalmente na educação e conscientização do uso de medidas preventivas.

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Biografia do Autor

V. Coentro, Universidade Estadual de Campinas

DGRH/UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

COENTRO, V. Reflexão sobre discriminação e preconceito no ambiente de trabalho. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 317–317, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8833. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8833. Acesso em: 6 out. 2022.

Edição

Seção

Eixo 3 - Desenvolvimento Humano, Saúde e Qualidade de Vida