Acolhimento aos familiares de pacientes em cuidados paliativos: uma contribuição da psicologia

Autores

  • Ana Luiza Teixeira Universidade Estadual de Campinas
  • Fernanda de Andrade Carvalho Lima Universidade Estadual de Campinas
  • Gabriela Cardoso Mesquita Universidade Estadual de Campinas
  • Laise Potério Santos Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i6.8811

Palavras-chave:

Cuidados paliativos. Psicologia. Família. Acolhimento.

Resumo

A Organização Mundial da Saúde define Cuidados Paliativos como assistência promovida por equipe multidisciplinar, que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida do paciente e de seus familiares diante uma doença que ameace a vida. A família tem papel importante neste processo, já que mais do que tratar uma doença, os “Cuidados Paliativos” trata de pessoas. A Psicologia pode atuar no sentido de apoiar o paciente e sua família, possibilitando um espaço de acolhimento para medos e ansiedades, colaborando para a participação adequada de ambos no processo do adoecimento. Este trabalho tem como objetivo descrever a experiência do acolhimento realizado aos familiares de pacientes em Cuidados Paliativos. O mesmo é realizado na Enfermaria de Oncologia Clínica do Hospital Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti – CAISM, pela equipe de Psicologia. Ocorre através da busca espontânea de atendimento pelo familiar e/ou paciente, por encaminhamento da equipe multidisciplinar ou pela triagem do serviço, sendo feito pré e/ou pós óbito. Nota-se que o acolhimento é um espaço de escuta terapêutica que traz benefícios para os familiares e paciente, tendo em vista que este possibilita a elaboração e ressignificação do adoecimento. Concluímos que o acolhimento se faz necessário, pois é um facilitador na relação familiar, promovendo melhor comunicação e proporcionando recursos de enfrentamento no processo de adoecimento.

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Biografia do Autor

Ana Luiza Teixeira, Universidade Estadual de Campinas

Psicóloga Clínica e Hospitalar, graduada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC-CAMPINAS, com Especialização em Psicologia Clínica na Saúde Reprodutiva da Mulher pela Faculdade de Ciências Médicas/UNICAMP e Especialização em Psicologia Clínica pelo Centro de Formação e Assistência à Saúde -CEFAS. 

Fernanda de Andrade Carvalho Lima, Universidade Estadual de Campinas

Possui graduação em Psiocologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

Gabriela Cardoso Mesquita, Universidade Estadual de Campinas

Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas(2015). 

Laise Potério Santos, Universidade Estadual de Campinas

Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1985) e mestrado em Tocoginecologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (2003). É psicóloga do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Universidade Estadual de Campinas, aonde atualmente é Supervisora da Seção de Psicologia.

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Publicado

2016-10-27

Como Citar

TEIXEIRA, A. L.; LIMA, F. de A. C.; MESQUITA, G. C.; SANTOS, L. P. Acolhimento aos familiares de pacientes em cuidados paliativos: uma contribuição da psicologia. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 6, p. 175–175, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i6.8811. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8811. Acesso em: 28 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 3 - Desenvolvimento Humano, Saúde, Sustentabilidade e Qualidade de Vida

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