O impacto da incontinência urinária entre trabalhadoras de enfermagem

Autores

  • Roseli Higa Universidade Estadual de Campinas
  • Maria Helena Baena de Moraes Lopes Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8753

Palavras-chave:

Saúde e trabalho. Incontinência urinária. Saúde da mulher.

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de incontinência urinária (IU), sua interferência nas atividades ocupacionais diárias e seu manejo entre profissionais de enfermagem de um hospital-escola de Campinas, São Paulo, Brasil. A população do estudo foi composta por todas as funcionárias de enfermagem. A queixa de IU foi relatada por 80 (27,5%) das trabalhadoras. A foi relatada ser responsável por restrições nas atividades ocupacional, sexual e social. As atividades ocupacionais que requeriam maiores esforços tornou a IU mais freqüente. A IU durante o trabalho foi responsável por estresse, vergonha, constrangimento entre outras queixas. A estratégia mais utilizada foi o uso de absorvente/forro. Concluímos que as atividades ocupacionais que requerem maiores esforços aumentam a freqüência da IU, as dificuldades para um manejo adequado e a interferência no desempenho caracterizaram o impacto da IU nestas mulheres trabalhadoras.

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Biografia do Autor

Roseli Higa, Universidade Estadual de Campinas

CAISM/UNICAMP

Maria Helena Baena de Moraes Lopes, Universidade Estadual de Campinas

CAISM/UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

HIGA, R.; LOPES, M. H. B. de M. O impacto da incontinência urinária entre trabalhadoras de enfermagem. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 287–287, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8753. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8753. Acesso em: 6 dez. 2022.

Edição

Seção

Eixo 3 - Desenvolvimento Humano, Saúde e Qualidade de Vida

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