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Novos desafios aos assistentes sociais na abordagem de familiares de potenciais doadores de órgãos e tecidos num hospital terciário
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Palavras-chave

Humanização. Famílias. Doadores de órgãos

Como Citar

FERNANDES, Marli Elisa Nascimento; ZUTIN, Nadia; OLIVEIRA, M. A.; GASPARONI, Adriana Renata Ferrari; OLIVEIRA, Julinha Maria Costa de; MORAIS, Wanilde Barbosa De; ROVARIZ, Marcela; BOIN, Ilka De Fatima Santana Ferreira; ZAMBELLI, Helder Jose Lessa. Novos desafios aos assistentes sociais na abordagem de familiares de potenciais doadores de órgãos e tecidos num hospital terciário. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 284–284, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8747. Acesso em: 21 jun. 2024.

Resumo

O Serviço Social do HC-UNICAMP oferece apoio e assistência direta aos pacientes internados e seus familiares, garantindo acesso às informações da rotina institucional no processo de internação e de direitos de cidadania. A partir de abril de 2006 houve a inserção dos profissionais no programa de captação de órgãos e tecidos com objetivo de abordagem as famílias de potenciais doadores. O objetivo deste trabalho foi verificar a importância da inserção da assistente social no programa de captação de órgãos. Metodologia: Acolhimento aos familiares dos pacientes nas condições de morte encefálica. Esclarecimentos da oportunidade de doação. Após o consentimento da família o termo de autorização da doação é preenchido. Interface com a Central de Captação. Apoio e orientação à família. Reuniões periódicas entre a equipe multidisciplinar para avaliação dos indicadores e resultados. Compararam-se os resultados obtidos com os índices de recusa e doação de órgãos e tecidos do ano anterior. Resultados: Em 2006 realizaram-se 141 entrevistas com familiares de potenciais doadores. 35 (25%) consentiram na doação de órgãos e tecidos e 106 (75%) recusaram a doação. Em 2005, a doação ocorreu em 31(19%) e houve 81% de recusa familiar. Conclusão: O estudo revelou que com a inserção dos Assistentes Sociais no programa proporcionou uma diminuição na recusa familiar, ainda não significativa, porém possibilitando aos pacientes que necessitam de um transplante a chance de viver e obter melhor da qualidade de vida.
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Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2016 Marli Elisa Nascimento Fernandes, Nadia Zutin, M. A. Oliveira, Adriana Renata Ferrari Gasparoni, Julinha Maria Costa de Oliveira, Wanilde Barbosa De Morais, Marcela Rovariz, Ilka De Fatima Santana Ferreira Boin, Helder Jose Lessa Zambelli

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