Novos desafios aos assistentes sociais na abordagem de familiares de potenciais doadores de órgãos e tecidos num hospital terciário

Autores

  • Marli Elisa Nascimento Fernandes Universidade Estadual de Campinas
  • Nadia Zutin Universidade Estadual de Campinas
  • M. A. Oliveira Universidade Estadual de Campinas
  • Adriana Renata Ferrari Gasparoni Universidade Estadual de Campinas
  • Julinha Maria Costa de Oliveira Universidade Estadual de Campinas
  • Wanilde Barbosa De Morais Universidade Estadual de Campinas
  • Marcela Rovariz Universidade Estadual de Campinas
  • Ilka De Fatima Santana Ferreira Boin Universidade Estadual de Campinas
  • Helder Jose Lessa Zambelli Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8747

Palavras-chave:

Humanização. Famílias. Doadores de órgãos

Resumo

O Serviço Social do HC-UNICAMP oferece apoio e assistência direta aos pacientes internados e seus familiares, garantindo acesso às informações da rotina institucional no processo de internação e de direitos de cidadania. A partir de abril de 2006 houve a inserção dos profissionais no programa de captação de órgãos e tecidos com objetivo de abordagem as famílias de potenciais doadores. O objetivo deste trabalho foi verificar a importância da inserção da assistente social no programa de captação de órgãos. Metodologia: Acolhimento aos familiares dos pacientes nas condições de morte encefálica. Esclarecimentos da oportunidade de doação. Após o consentimento da família o termo de autorização da doação é preenchido. Interface com a Central de Captação. Apoio e orientação à família. Reuniões periódicas entre a equipe multidisciplinar para avaliação dos indicadores e resultados. Compararam-se os resultados obtidos com os índices de recusa e doação de órgãos e tecidos do ano anterior. Resultados: Em 2006 realizaram-se 141 entrevistas com familiares de potenciais doadores. 35 (25%) consentiram na doação de órgãos e tecidos e 106 (75%) recusaram a doação. Em 2005, a doação ocorreu em 31(19%) e houve 81% de recusa familiar. Conclusão: O estudo revelou que com a inserção dos Assistentes Sociais no programa proporcionou uma diminuição na recusa familiar, ainda não significativa, porém possibilitando aos pacientes que necessitam de um transplante a chance de viver e obter melhor da qualidade de vida.

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Biografia do Autor

Marli Elisa Nascimento Fernandes, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

Nadia Zutin, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

M. A. Oliveira, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

Adriana Renata Ferrari Gasparoni, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

Julinha Maria Costa de Oliveira, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

Wanilde Barbosa De Morais, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

Marcela Rovariz, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

Ilka De Fatima Santana Ferreira Boin, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

Helder Jose Lessa Zambelli, Universidade Estadual de Campinas

HC/UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

FERNANDES, M. E. N.; ZUTIN, N.; OLIVEIRA, M. A.; GASPARONI, A. R. F.; OLIVEIRA, J. M. C. de; MORAIS, W. B. D.; ROVARIZ, M.; BOIN, I. D. F. S. F.; ZAMBELLI, H. J. L. Novos desafios aos assistentes sociais na abordagem de familiares de potenciais doadores de órgãos e tecidos num hospital terciário. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 284–284, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8747. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8747. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 3 - Desenvolvimento Humano, Saúde e Qualidade de Vida

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