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Uso de modelos animais para o estudo da patogenicidade bacteriana
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Palavras-chave

Patogenicidade. Modelo animal. Fator de virulência

Como Citar

DEGROSSOLI, A. S. M.; MARTINS, S. S.; YANO, T. Uso de modelos animais para o estudo da patogenicidade bacteriana. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 227–227, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8611. Acesso em: 28 fev. 2024.

Resumo

O estudo da patogenicidade bacteriana exige testes em modelos biológicos para a determinação de seus fatores de virulência. Os testes in vivo são usados quando os experimentos in vitro, por exemplo, cultura de linhagens celulares, não fornecem todas as informações necessárias para estudos conclusivos. Para a detecção de enterotoxinas termoestáveis (ST) faz-se o teste do Camundongo Recém-Nascido, dado o efeito rápido destas toxinas. A pesquisa de enterotoxinas termolábeis é realizada através do teste de Alça Ligada de Intestino de Coelho. O estudo do fator de permeabilidade (PF) e fator necrosante, o material é inoculado no dorso de coelho. A realização destes testes exige o cuidado e manutenção dos animais, a partir da entrega pelo fornecedor comercial ou pelo Centro de Bioterismo (CEMIB) da UNICAMP. A execução das diferentes técnicas implica em planejamento e preparo prévio de materiais e soluções. O trabalho finaliza-se com o registro dos resultados: pela pesagem dos intestinos e carcaça dos animais, no teste do Camundongo Recém-Nascido; pela observação da retenção de líquidos e processamento histológico do íleo de coelho, no teste de Alça Ligada de Intestino; pela obervação de edema e necrose na pele do dorso de coelho, seguido de processamento histológico do tecido epitelial. Além de servir ao nosso laboratório, a execução destes testes também é oferecida na forma de prestação de serviços para outros laboratórios.
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Copyright (c) 2016 Ana Stela Menegon Degrossoli, Sandra Soares Martins, Tomomasa Yano

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