Repetir e resistir. Um grito no papel pedagógico

Autores

  • Susana Oliveira Dias Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8585

Palavras-chave:

Pós-estruturalismo. Educação. Cinema.

Resumo

Este trabalho apresenta parte de uma pesquisa de doutorado realizada na Faculdade de Educação da Unicamp. No encontro com o pensamento do filósofo Gilles Deleuze e com o filme Corra Lola, Corra, escolho neste papel-pesquisa dois fragmentos para pensar na potência da repetição: o relógio e o grito. Enquanto a repetição das três seqüências do filme fica presa ao tempo cronológico, dos relógios, se efetuando como pontos de vista sobre o mesmo visível e vivido, o grito de Lola parece fazer explodir na tela uma repetição distinta. Matéria sonora intensa, singular, que ecoa sem materialidade, sem sujeito, o grito abre possibilidades de pensar num papel pedagógico que se dá pelo fora, pela junção de fragmentos que, em desequilíbrio, não trazem à tona a violência dos pontos de vista sobre o mesmo, mas a violência da multiplicação da realidade num acoplamento de forças invisíveis e insensíveis.

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Biografia do Autor

Susana Oliveira Dias, Universidade Estadual de Campinas

LABJOR/ UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

DIAS, S. O. Repetir e resistir. Um grito no papel pedagógico. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 214–214, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8585. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8585. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Eixo 2 - Desenvolvimento de Ensino, Pesquisa e Extensão