Roteína c-reativa nas formas clínicas da doença de chagas

Autores

  • Conceição Aparecida da Silva Universidade Estadual de Campinas
  • Aglecio Luiz de Souza Universidade Estadual de Campinas
  • Silvia de Barros Mazon Universidade Estadual de Campinas
  • A. D. T. Silva Universidade Estadual de Campinas
  • D. Marin Universidade Estadual de Campinas
  • Eros Antonio de Almeida Universidade Estadual de Campinas
  • Maria Elena Guariento Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8579

Palavras-chave:

Cardiopatia chagásica crônica. Proteína C-reativa.

Resumo

A cardiopatia chagásica crônica (CCC) é ainda uma das maiores causas de óbito por insuficiência cardíaca na América Latina; um amplo espectro clínico é observado na fase crônica da doença de Chagas, de 25% a 30% desses pacientes desenvolvem uma miocardiopatia chagásica crônica caracterizada por insuficiência cardíaca, arritmias e morte súbita. Sugere-se que uma resposta inflamatória esteja vinculada a mecanismos imunológicos desencadeados pelo parasita e anticorpos do hospedeiro, desencadeando os processos encontrados na CCC. A proteína C-reativa (CPR) é uma das proteínas envolvidas na resposta inflamatória, e sua concentração aumenta significativamente durante uma inflamação aguda. Sua precocidade tem sido valorizada na sinalização do processo inflamatório em doenças cardiovasculares, sendo que pequenos aumentos em sua concentração estão associados a um aumento no risco de doença cardiovascular. Este estudo tem o objetivo de avaliar as concentrações plasmáticas de proteína C-reativa em chagásicos de forma indeterminada, e chagásico cardiopata em diferentes fases da evolução clínica da doença. O estudo constituiu-se na dosagem de CPR em 95 indivíduos, constituindo três diferentes grupos de pacientes, distribuídos em: forma indeterminada (IND), cardiopatia leve (CL) e cardiopatia grave (CG), além do grupo controle (CT) com indivíduos clinicamente saudáveis. Entre os grupos controle, cardiopatia grave e cardiopatia de grau leve houve aumento significativo (P> 0,01) na concentração sérica de CPR (tabela 1), sugerindo a participação da CPR no processo inflamatório envolvido na evolução clínica da doença de Chagas

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Biografia do Autor

Conceição Aparecida da Silva, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Aglecio Luiz de Souza, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Silvia de Barros Mazon, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

A. D. T. Silva, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

D. Marin, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Eros Antonio de Almeida, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Maria Elena Guariento, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

SILVA, C. A. da; SOUZA, A. L. de; MAZON, S. de B.; SILVA, A. D. T.; MARIN, D.; ALMEIDA, E. A. de; GUARIENTO, M. E. Roteína c-reativa nas formas clínicas da doença de chagas. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 211–211, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8579. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8579. Acesso em: 27 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 2 - Desenvolvimento de Ensino, Pesquisa e Extensão

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