Própolis brasileira: ingrediente funcional e atividades biológicas

Autores

  • P. Fort Universidade Estadual de Campinas
  • C. S. Moraes Universidade Estadual de Campinas
  • Yong Kum Park Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8577

Palavras-chave:

Própolis. Atividades biológicas. Anti-radical.

Resumo

A própolis é uma resina de coloração e consistência variada coletada por abelhas da espécie Apis mellifera de diversas partes da planta para ser utilizada como meio de defesa e que vem se destacando por suas propriedades terapêuticas, como atividade antimicrobiana, antiinflamatória, cicatrizante, hipotensiva, anestésica, anticariogênica, anticancerígena, citotóxicas, anti-HIV e antiviral. No Brasil foram encontrados 13 tipos de própolis, classificados em 13 grupos de acordo com suas origens botânicas e composição química. As atividades dos compostos fenólicos e flavonóides foram testadas através de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência em Fase Reversa (RPHPLC), Cromatografia em Camada Delgada de Alta Eficiência em Fase Reversa (RPHPTLC), Atividade Antioxidante, Atividade Antiradical, (DPPH), Atividade Antiinflamatória e Atividade Antimicrobiana. Esses testes demonstram que as várias substâncias do tipo flavonóides identificadas nas próprolis brasileira possuem alto efeito inibitório contra muitos microorganismos, efeito antioxidante e antiradical. Portanto, a própolis pode ser considerada como um ingrediente funcional, pois apresenta diversas substâncias ativas, os compostos fenólicos e flavonóides, que promovem o sistema fisiológico do organismo humano a prevenir doenças e beneficiar a saúde.

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Biografia do Autor

P. Fort, Universidade Estadual de Campinas

FEA/ UNICAMP

C. S. Moraes, Universidade Estadual de Campinas

FEA/ UNICAMP

Yong Kum Park, Universidade Estadual de Campinas

FEA/ UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

FORT, P.; MORAES, C. S.; PARK, Y. K. Própolis brasileira: ingrediente funcional e atividades biológicas. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 210–210, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8577. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8577. Acesso em: 27 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 2 - Desenvolvimento de Ensino, Pesquisa e Extensão