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Marcadores inflamatórios em indivíduos chagásicos nas diferentes formas clínicas da doença de chagas
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Palavras-chave

Doença de Chagas. Proteína C-reativa. Doença cardiovasculares..

Como Citar

SILVA, Conceição Aparecida da; SOUZA, A. L.; TEIXEIRA, S. O. A.; CAMARGO, A. A. C.; ALMEIDA, E. A.; GUARIENTO, Maria Elena. Marcadores inflamatórios em indivíduos chagásicos nas diferentes formas clínicas da doença de chagas. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 182–182, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8492. Acesso em: 22 jun. 2024.

Resumo

A doença de Chagas é uma doença causada pelo protozoário Trypanossoma cruzi. Estima-se 16 a 18 milhões de indivíduos infectados na região que se estende do Sul da Argentina ao México, dos quais 2.5 a 4.0 milhões de indivíduos infectados estão no Brasil. Estudos longitudinais demonstram que 60% dos pacientes chagásicos permanecem durante longo tempo de sua vida na forma indeterminada da doença, assintomáticos e aparentemente sem lesões. Sabe-se que a proteína C reativa (CRP) é uma das proteínas de fase aguda envolvidas na resposta inflamatória, e sua concentração aumenta significativamente durante uma inflamação aguda. Sua precocidade tem sido especialmente valorizada na sinalização do processo inflamatório em doenças cardiovasculares. O aumento na concentração de CRP está associado ao aumento do risco de doença cardiovascular. Nosso objetivo é determinar e correlacionar às concentrações plasmáticas de proteína C reativa (CRP) em diferentes grupos de pacientes chagásicos crônicos. O estudo foi realizado em um total de 105 indivíduos, constituindo três diferentes grupos de pacientes chagásicos crônicos. A análise de CRP foi realizada em amostras séricas basais, por imunonefelometria, utilizando-se kit comercial de alta sensibilidade (Dade Behring). Os resultados obtidos mostraram na medida em que aumenta o acometimento pela doença, ocorre um aumento na concentração sérica de CRP, evidenciando uma provável associação positiva da evolução da doença de Chagas e ao comprometimento cardíaco com as concentrações séricas de CRP. Concluimos que a realização de estudos longitudinais seria valiosa para possíveis validações do uso da CRP como marcador inflamatório na evolução de complicações cardíacas em chagásicos crônicos.
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Copyright (c) 2016 Conceição Aparecida da Silva, A. L. Souza, S. O. A. Teixeira, A. A. C. Camargo, E. A. Almeida, Maria Elena Guariento

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