Adesão ao tratamento: construção permanente em busca da autonomia do usuário do sistema único de saúde

Autores

  • Maria Rosa Ceccato Colombrini Universidade Estadual de Campinas
  • Cíntia Soares Tozzi Universidade Estadual de Campinas
  • Rosana Fins Ramos da Silva Universidade Estadual de Campinas
  • Sandra Mara Queiróz Costa Universidade Estadual de Campinas
  • Roseli Higa Universidade Estadual de Campinas
  • Marcos Roberto Guimarães Universidade Estadual de Campinas
  • Marta Diafrais Santos Borges Rodrigues Universidade Estadual de Campinas
  • Priscila Moreira da Silva Universidade Estadual de Campinas
  • Antonio Sundfeld Iaderozza Universidade Estadual de Campinas
  • Maria de Fátima Peli Mendes Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i6.8431

Palavras-chave:

Adesão. Aids. Antirretroviral.

Resumo

A adesão ao tratamento de doenças como a aids é um desafio permanente para os profissionais de saúde pelas implicações que extrapolam o indivíduo doente e atingem não só a família como a comunidade. Aprimorar a adesão à terapia antirretroviral de pessoas que vivem com HIV/aids. O trabalho iniciou em 2012 no Hospital Dia do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas. A população constitui-se por pessoas que vivem com HIV/aids e outras doenças infecciosas. Em 2012 coletou-se dados de uma amostra aleatória de 141 usuários com aids dos 945 adscritos para avaliar a adesão, considerando-se aderente aquele que ingeriu 95% ou mais dos medicamentos prescritos nos três últimos dias anteriores à entrevista. Dos 141 usuários com adesão analisada em 2012, verificou-se a taxa de adesão de 81,6% sendo maior que a encontrada em 2003, que foi de 73,3%. De março a junho de 2016, faltaram e foram convocados para consultas 268 pacientes e 163 (61%) compareceram às convocações para consulta médica com seguimento do enfermeiro. Realizou-se três pesquisas de satisfação no período. As não conformidades estruturais e de processos foram corrigidas após análise de um check-list com 1479 itens. A clientela adscrita em 2015 foi de 2350 pacientes. O absenteísmo teve redução com a confirmação da consulta médica por telefone. O processo de enfermagem e a confecção da “vitrine da TARV" foram algumas das medidas de segurança. Os pacientes apresentam complexidade social, clínica e terapêutica que podem limitar a elevação dos índices de adesão.

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Biografia do Autor

Maria Rosa Ceccato Colombrini, Universidade Estadual de Campinas

Possui Graduação em Enfermagem (1987) e mestrado em Enfermagem (2003) pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Concluiu MBA - Gestão em Saúde (2004) pela Fundação Getúlio Vargas/UNICAMP e especialização em Gestão Hospitalar pelo Departamento de Medicina Preventiva e Social da FCM/UNICAMP (2009). Atualmente é enfermeira do Hospital Dia para HIV/aids e Infectologia Geral, do Hospital de Clínicas/UNICAMP.

Cíntia Soares Tozzi, Universidade Estadual de Campinas

Possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Faculdade de Ciências da Saúde Farias Brito (1985) , especialização em MBA Gerencia em Saúde pelo Fundação Getúlio Vargas - RJ (2004) , ensino-fundamental-primeiro-grau pelo Colégio Luiza de Marillac (1977) e ensino-medio-segundo-grau pelo Colégio Luiza de Marillac (1981) . Atualmente é Enfermeiro da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Enfermagem , com ênfase em Enfermagem de Doenças Contagiosas.

Rosana Fins Ramos da Silva, Universidade Estadual de Campinas

Enfermeira da Universidade Estadual de Campinas.

Sandra Mara Queiróz Costa, Universidade Estadual de Campinas

Enfermeira da Universidade Estadual de Campinas.

Roseli Higa, Universidade Estadual de Campinas

Ginecologista e Obstetra na UNICAMP.

Marcos Roberto Guimarães, Universidade Estadual de Campinas

Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal de Alagoas (2006-2010). Residência Odontológica em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial (2012-2015). Tem experiência em Programa da Saúde da Família como Cirurgião Dentista no Município de Bom Conselho no estado de Pernambuco (2011).

Marta Diafrais Santos Borges Rodrigues, Universidade Estadual de Campinas

Enfermeira formada pela Faculdade Anhanguerra Educacional. Pós graduanda no curso de docência em enfermagem pelo Instituto Catarinense de Pós graduação, ofertado em Campinas pela Télos Educacional.

Priscila Moreira da Silva, Universidade Estadual de Campinas

Graduação em medicina pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Brasil (2012). CTI e emergência Neonatal e Pediátricos do Hospital Central da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Antonio Sundfeld Iaderozza, Universidade Estadual de Campinas

Hospital Dia; Hospital das Clinicas da Universidade Estadual de Campinas.

Maria de Fátima Peli Mendes, Universidade Estadual de Campinas

Colaboradora do Hospital das Clinicas da Universidade Estadual de Campinas.

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Publicado

2016-10-27

Como Citar

COLOMBRINI, M. R. C.; TOZZI, C. S.; SILVA, R. F. R. da; COSTA, S. M. Q.; HIGA, R.; GUIMARÃES, M. R.; RODRIGUES, M. D. S. B.; SILVA, P. M. da; IADEROZZA, A. S.; MENDES, M. de F. P. Adesão ao tratamento: construção permanente em busca da autonomia do usuário do sistema único de saúde. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 6, p. 227–227, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i6.8431. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8431. Acesso em: 3 out. 2022.

Edição

Seção

Eixo 3 - Desenvolvimento Humano, Saúde, Sustentabilidade e Qualidade de Vida

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