Hiperhomocisteinemia leve acelera o desenvolvimento da aterosclerose em camundongos deficientes de apolipoproteína “e” e camundongos deficientes dos receptores de LDL

Autores

  • Laurione Candido de Oliveira Universidade Estadual de Campinas
  • A. C. M. Alessio Universidade Estadual de Campinas
  • R. Haddad Universidade Estadual de Campinas
  • Nelci Fenat Hoehr Universidade Estadual de Campinas
  • Joyce Maria Annichino Bizzacchi Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8412

Palavras-chave:

Hiperhomocisteinemia. Apolipoproteína E. Aterosclerose.

Resumo

O estudo teve a finalidade de estudar o efeito da hiperhomocisteinemia (HHcy) leve no desenvolvimento da aterosclerose, usando camundongos deficientes de apolipoproteína E (apoE-/-) e camundongos deficientes de receptor de LDL (LDLR-/-). As concentrações de homocisteína (Hcy) plasmática foram analisadas por HPLC-MS/MS. Foi realizada análise histológica das lesões ateroscleróticas do seio aórtico. As lesões lipídicas foram quantificadas usando o programa Image Pro Plus software (versão 3.0). O objetivo deste estudo foi analisar o efeito da hiperhomocisteinemia (HHcy) leve no desenvolvimento da aterosclerose, usando camundongos deficientes de apolipoproteína E (apoE-/-) e camundongos deficientes dos receptores de LDL (LDLR-/-). A análise estatística demonstrou que os camundongos apoE-/- tratados com dietas B e C apresentaram um aumento na área de lesão aterosclerótica (2.258.880±777.020 mm2 ; e 1765.327±437.460 mm2 , respectivamente) quando comparados aos camundongos tratados com dieta A (402.180±351.930 mm2 , p>0,01). Os camundongos LDLR-/- que apresentaram HHcy leve também demonstraram um aumento estatisticamente significativo na área de lesão aterosclerótica (700.300±430.720 mm2 , n=7; e 407.462±193.930 mm2 , n=8, respectivamente) comparados aos camundongos LDLR-/- tratados com dieta A (155.700±88.893 mm2 , n=10) (p>0,01). Podemos concluir que a hiperhomocisteinemia leve acelerou o desenvolvimento da aterosclerose nos camundongos apoE-/- e LDLR-/- , enfatizando o sinergismo entre fatores de risco no desenvolvimento de doenças multicausais, como a aterosclerose.

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Biografia do Autor

Laurione Candido de Oliveira, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

A. C. M. Alessio, Universidade Estadual de Campinas

HEMOCENTRO/ UNICAMP

R. Haddad, Universidade Estadual de Campinas

HEMOCENTRO/ UNICAMP

Nelci Fenat Hoehr, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Joyce Maria Annichino Bizzacchi, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

OLIVEIRA, L. C. de; ALESSIO, A. C. M.; HADDAD, R.; HOEHR, N. F.; BIZZACCHI, J. M. A. Hiperhomocisteinemia leve acelera o desenvolvimento da aterosclerose em camundongos deficientes de apolipoproteína “e” e camundongos deficientes dos receptores de LDL. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 167–167, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8412. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8412. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 2 - Desenvolvimento de Ensino, Pesquisa e Extensão