Geotermocronologia por traços de fissão sem a utilização de reatores nucleares

Autores

  • Pedro José Iunes Universidade Estadual de Campinas
  • Julio Cesar Hadler Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8405

Palavras-chave:

Geotermocronologia. Traços de fissão. Espectrômetro de massa.

Resumo

A história térmica de um mineral é um parâmetro importante em vários estudos geológicos aplicativos. Uma das principais ferramentas atuais para a obtenção de histórias térmicas de amostras geológicas é a Geotermocronologia por Traços de Fissão. Para se efetuar essa geotermocronologia, a comunidade internacional de traços de fissão utiliza metodologias nas quais são necessárias irradiações com nêutrons do mineral a ser estudado. Tais irradiações, feitas em um reator nuclear, demandam um tempo relativamente longo de “esfriamento” (tempo de espera para que a atividade da amostra chegue a um nível aceitável para o manuseio). O principal objetivo do presente trabalho é apresentar uma metodologia que possibilita a aplicação da Geotermocronologia por Traços de Fissão sem a necessidade de se irradiar as amostras em reatores nucleares, evitando-se assim que elas necessitem de tempos de “esfriamento”. Nesta metodologia, o reator nuclear é substituido por um espectrômetro de massa.

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Biografia do Autor

Pedro José Iunes, Universidade Estadual de Campinas

IFGW/ UNICAMP

Julio Cesar Hadler, Universidade Estadual de Campinas

IFGW/ UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

IUNES, P. J.; HADLER, J. C. Geotermocronologia por traços de fissão sem a utilização de reatores nucleares. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 163–163, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8405. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8405. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Eixo 2 - Desenvolvimento de Ensino, Pesquisa e Extensão