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Avaliação molecular dos genes hla de classe i e ii e seu efeito na associação com leucemia mielóide crônica
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Palavras-chave

Leucemia mielóide aguda. Genes HLA-classe I e II.

Como Citar

FERNANDES, T. A. R.; FROTA, M. T.; ARAUJO, M. B.; OLIVEIRA, V. C. S. de; CAGLIARI, C. I.; CORREA, C. R. S.; KRAEMER, H. S. Avaliação molecular dos genes hla de classe i e ii e seu efeito na associação com leucemia mielóide crônica. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 139–139, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8321. Acesso em: 25 fev. 2024.

Resumo

A Leucemia Mielóide Crônica (LMC) é uma doença clonal onde há expansão da “Stem Cell” e proliferação de todas as etapas maturativas granulocítica na medula óssea.Fatores ambientais e genéticos tem um papel importante na LMC, assim como, a associação HLA tem sido considerado como um possível fator de risco genético. O objetivo é avaliar em estudo retrospectivo a distribuição dos alelos HLA de classe I e II em pacientes com LMC e no grupo controle de indivíduos sadios. Foram estudados um total 27 pacientes portadores de leucemia mielóide crônica e um controle de 654 indivíduos sadios. As amostras foram extraídas e purificadas através do método “Salting Out”. O DNA foi amplificado por DNA/PCR/SSP para tipificação HLA de classe I e II em nível de média resolução. A análise estatística foi realizada usando-se o teste Exato de Fisher. Observou-se que os alelos HLA-A*01 e HLA-A*24 apresentaram diminuídos nos pacientes, estatisticamente significante quando comparado ao grupo-controle, p=0,05 e OR=0,17 IC de (0,01-1,23) e p=0,05 e OR=0,16 IC de (0,01-1.18), respectivamente. E os alelos HLA-A*02, HLACw*05, HLA-DQB1*03 e HLA-DQB1*06 apresentaram aumentados nos pacientes, estatisticamente significante quando comparado ao controle, p<0,02;OR=0,57; IC de (0,39-0,84); p<0,0002; OR=0,05; IC de (0,01-0,18); P<0,005; OR+0,65; IC de (0,52-0,80) e p<0,04; OR+0,62; IC de (0,42-0,90) respectivamente. Devido ao extenso polimorfismo do Complexo Principal de Histocompatibilidade, a presença dos genes variam muito entre os haplótipos. Acreditamos que trabalhos futuros com casuística maior e/ou multicêntrico serão necessários para contribuir no entendimento do papel do HLA na patogênese da LMC.
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Copyright (c) 2016 T. A. R. Fernandes, M. T. Frota, Margareth Batistella Araujo, Vera Cecilia Sabino de Oliveira, C. I. Cagliari, C. R. S. Correa, H. S. Kraemer

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