Avaliação e correlação da proteína c-reativa e da homocisteína em indivíduos chagásicos crônicos na forma indeterminada e cardíaca da doença

Autores

  • Conceição A. da Silva Universidade Estadual de Campinas
  • Aglecio Luiz de Souza Universidade Estadual de Campinas
  • R. Haddad Universidade Estadual de Campinas
  • Nelci Fenalti Hoer Universidade Estadual de Campinas
  • Marcos Nogueira Eberlin Universidade Estadual de Campinas
  • Maria Helena Guariento Universidade Estadual de Campinas
  • Eros Antonio de Almeida Universidade Estadual de Campinas
  • Maria Lucimeia Fernandes Julian Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.8317

Palavras-chave:

Doença de Chagas. Homocysteína. Cardiopatia.

Resumo

Os níveis plasmáticos elevados de homocisteína (Hcy) têm sido sugeridos como provável fator de risco para infarto do miocárdio, e também parece ser um potente agente apoptótico de células T. Por outro lado, a proteína–C reativa (CRP) pode afetar a relação hospedeiro-parasita por modificar o comportamento das células imunes. Como na doença de Chagas tem sido descrito o envolvimento destes mecanismos na patogênese das lesões, pode haver alguma modificação nestes dois marcadores nesta doença. Devemos descrever os níveis plasmáticos de homocisteína e proteína-C reativa em indivíduos com doença de Chagas na forma indeterminada e cardíaca, seguidos no Ambulatório de Doença de Chagas – GEDoCH no Hospital das Clínicas/HC-Unicamp. Foram avaliados pacientes que pertencem aos grupos: chagásico Forma Indeterminada C-IND ( 13F/16M; IMC= 23,8±0,8 kg/m2 ; 37±10a ), e 139 Livro de Resumos do II SIMTEC - Simpósio de Profissionais da Unicamp chagásico com Cardiopatia (C-DC) = 6F/12M; IMC= kg/m2 ; 45±7a e sorologia negativa para Chagas aparentemente normal (14F/10M; IMC= 22,9±1,8 kg/m2 ;33±9a). A análise de PCR foi realizada em amostras séricas basais, por imunonefelometria, utilizando-se kit comercial de alta sensibilidade (Dade Behring). A análise da CRP foi feita através de ensaios imunonefelométricoso no BN-120765 analyzer (Dade Behring) a homocisteína foi realizada através de cromatografia líquida de alta performance (Canada, Byosystems). Os testes estatísticos utilizados foram: teste Quiquadrado utilizados para dados categóricos, (p=0,005) e o teste (Tukey) para comparação múltipla. Os resultados não houve diferença estatística dos níveis plasmáticos de homocisteína entre os grupos estudados. Os valores de proteína C - reativa foram maiores nos grupos de chagásicos: na forma Indeterminada e chagásicos com cardiopatia, quando comparado aos controles. Houve diferença estatística entre o grupo chagásicos na forma indeterminada e cardíaca em relação à CRP. De forma que a mesma poderia ser utilizada como marcador de acometimento na determinada cardiopatia já é utilizada em doença Chagas.

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Biografia do Autor

Conceição A. da Silva, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Aglecio Luiz de Souza, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

R. Haddad, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Nelci Fenalti Hoer, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Marcos Nogueira Eberlin, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Maria Helena Guariento, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Eros Antonio de Almeida, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

Maria Lucimeia Fernandes Julian, Universidade Estadual de Campinas

FCM/ UNICAMP

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Publicado

2016-09-12

Como Citar

SILVA, C. A. da; SOUZA, A. L. de; HADDAD, R.; HOER, N. F.; EBERLIN, M. N.; GUARIENTO, M. H.; ALMEIDA, E. A. de; JULIAN, M. L. F. Avaliação e correlação da proteína c-reativa e da homocisteína em indivíduos chagásicos crônicos na forma indeterminada e cardíaca da doença. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 138–138, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.8317. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8317. Acesso em: 28 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 2 - Desenvolvimento de Ensino, Pesquisa e Extensão