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Aprimoramento da técnica de infecção de hymenolepis nana (CESTODA) utilizado como modelo em aulas práticas
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Palavras-chave

Técnica de infecção. Hymenolepis nana. Infecção experimental.

Como Citar

OLIVEIRA, J. B. A. de; MADI, C. Aprimoramento da técnica de infecção de hymenolepis nana (CESTODA) utilizado como modelo em aulas práticas. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 131–131, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/8289. Acesso em: 29 fev. 2024.

Resumo

O Departamento de Parasitologia mantém cepa de Hymenolepis nana como modelo didático utilizado nas aulas sobre “Cestódeos”, para os cursos de graduação em Biologia, Medicina, Enfermagem e Farmácia, além do curso de pósgraduação em Parasitologia. A técnica de infecção e obtenção destes vermes utilizada anteriormente, permitia a recuperação de vermes em 30% em média dos camundongos infectados, 25 a 30 dias após a infecção. O método baseava-se na inoculação por tubagem esofágica pelos ovos de H. nana, obtidos de um macerado dos vermes, em camundongos com mais de 30 dias de idade. Posteriormente foram considerados novos parâmetros, como a inoculação de fragmentos de vermes sem macerar e a utilização de camundongos mais jovens, com 21 dias de idade, resultando em uma taxa de recuperação de vermes de 90% em média, 15 dias após a infecção. O aprimoramento da técnica teve como conseqüência principal a redução do número de camundongos utilizados para as aulas, diminuindo custos devido à alta positividade, além da economia de tempo na preparação das aulas práticas.
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Copyright (c) 2016 João Batista Alves de Oliveira, C Madi

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