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Frequência e causas de coleta de nova amostra laboratorial em hospital terciário
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Palavras-chave

Exames. Ambulatório. Enfermaria

Como Citar

CRUZ, D. S.; OLIVEIRA, Maria Leticia Pereira Siqueira; TAKAO, Toyoko Watanabe; MOYA, Lucelia Andrade; VILLAS BOAS, Marcia Victor Carneiro. Frequência e causas de coleta de nova amostra laboratorial em hospital terciário. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 65–65, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7969. Acesso em: 26 maio. 2024.

Resumo

Este trabalho teve como objetivo demonstrar a freqüência de erros decorrentes da coleta de exames no Laboratório Clínico de pacientes de Ambulatório e Pronto Socorro. Verificou-se a existência de 96.805 requisições de exames no período de setembro de 2006 a fevereiro de 2007, havendo no período um total de 648 coletas de nova amostra (devido à hemólise, coágulo e outros). Observou-se maior demanda de requisições para pacientes ambulatoriais em relação ao pronto socorro. Os procedimentos de punção venosa diferem para os dois grupos analisados: em Ambulatório aproximadamente 95% são pelo sistema de punção a vácuo e no Pronto Socorro, cerca de 100 % punção com seringa. Os resultados apontaram que houve 0,66 % de novas coletas no período com uma diferença significativa para amostras hemolisadas e coaguladas entre PS e Ambulatório (x2 test p<0,001), respectivamente 1,66% e 0,06% de nova coleta por hemólise e 0,42 % e 0,19 % por presença de coágulo. Os demais motivos totalizaram 0,05%. Concluímos que a técnica de coleta a vácuo reduz a percentagem de hemólise, sendo que é fundamental investir em treinamentos técnicos para reverter essas diferenças de qualidade de procedimento entre os setores (PS e Ambulatório), para assim minimizar os riscos de erros no diagnóstico clínico.
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Copyright (c) 2016 D. S. Cruz, Maria Leticia Pereira Siqueira Oliveira, Toyoko Watanabe Takao, Lucelia Andrade Moya, Marcia Victor Carneiro Villas Boas

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