A relação família e escola – uma análise semiótica

Autores

  • Denise da Silva Campos Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v1i3.7925

Palavras-chave:

Infância. Família. Creche. Linguagem

Resumo

Este trabalho objetivou compreender os sentidos elaborados pelos pais sobre a creche e o trabalho dos educadores dessa instituição, em uma situação de conflito: o contexto de uma greve. Para tanto, elegeram-se como objeto de análise as relações e negociações estabelecidas entre pais e educadores nesse período de tensão e de dificuldades recíprocas, buscando-se nelas levantar indicadores das contradições que se produzem entre os valores e interesses desses atores sociais, cujas relações são mediadas pela criança, centro em torno do qual gravitam suas ações educativas. Assumindo com Gilberto Velho a destotalização da experiência individual, caracterizadora da vida cotidiana nas sociedades urbano-industriais, procurou-se compreender tanto os dramas vividos pelos pais, entre o apoio aos educadores, como trabalhadores, e a necessidade premente por seus serviços, como responsáveis por suas crianças, quanto os dramas vividos pelos educadores entre seu movimento de reivindicação e os dilemas vividos pelas famílias. A análise dos episódios documentados baseou-se nos pressupostos do paradigma indiciário de Ginzburg

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Biografia do Autor

Denise da Silva Campos, Universidade Estadual de Campinas

UNICAMP/REITORIA/DGRH/CRECHE

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Publicado

2016-08-16

Como Citar

CAMPOS, D. da S. A relação família e escola – uma análise semiótica. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 1, n. 3, p. 308–309, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v1i3.7925. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7925. Acesso em: 24 set. 2022.

Edição

Seção

Eixo 5 - Área de Desenvolvimento Humano e Qualidade de Vida