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Relato do acompanhamento da pandemia de influenza a (H1N1)pelo centro de saúde da comunidade (CECOM/UNICAMP)
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Palavras-chave

Influenza A (H1N1). Surto. Vigilância epidemiológica

Como Citar

TREVISANE, R. C. G.; ROSA, R. V.; TANINAGA, E. K.; STOLF, G. C.; WELLE, M. C. S. Relato do acompanhamento da pandemia de influenza a (H1N1)pelo centro de saúde da comunidade (CECOM/UNICAMP). Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 1, n. 3, p. 238–239, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7907. Acesso em: 21 fev. 2024.

Resumo

Devido a pandemia desencadeada pelo vírus de Influenza A (H1N1) iniciada em 24 de abril de 2009 no México e nos Estados Unidos da América, o Centro de Saúde da Comunidade (CECOM) manteve toda a sua equipe de profissionais da assistência e todos os administrativos, atualizados e preparados para o atendimento de possíveis casos suspeitos existentes na comunidade interna do campus e adotou medidas no ambiente de trabalho voltadas à prevenção para evitar possíveis danos aos trabalhadores. O atendimento dos casos sintomáticos respiratórios foi feito em guichê exclusivo, onde os pacientes foram orientados a colocar máscara cirúrgica e passar por avaliação com uma enfermeira e médico em consultório localizado em espaço contíguo, evitando-se assim a propagação do vírus pela unidade. Protocolos e fluxogramas de atendimento foram elaborados e implantados criteriosamente em todas áreas de atendimento (especialidades médicas, saúde mental, fisioterapia, odontologia, etc.). Além disto, o CECOM realizou várias ações de capacitação e informação aos funcionários da unidade. Por ser o responsável pelo atendimento de professores, alunos e funcionários adotou medidas preventivas e de educação direcionada à comunidade do campus, como palestras, elaboração de material educativo e assessorou áreas de atendimento aos usuários no campus. O acompanhamento estatístico realizado diariamente serviu para nortear a equipe quanto ao seguimento da pandemia, notificar os casos suspeitos e detectar surtos, ou seja, atuar em vigilância epidemiológica, na prevenção e controle, inclusive com coleta de exames dos casos identificados nos surtos, acompanhar contactuantes e ministrar palestras nas unidades onde ocorreram os surtos; seguimento dos sintomáticos respiratórios e casos confirmados.
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Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2016 Rôse Clélia Grion Trevisane, Rosana Vasques Rosa, Edite Kazue Taninaga, Goreti Coelho Stolf, Maria Cristina Stolf Welle

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