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Reaproveitamento dos resíduos da maravalha de pinus sp gerados pelo cemib durante o processo de produção de camundongos e ratos s.p.f. (livres de agentes patogênicos)
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Palavras-chave

Resíduo. Maravalha. Compostagem

Como Citar

ZANFOLIN, M.; ALVES, D. P.; BENEVIDES, A. P.; FERREIRA FILHO, A. Reaproveitamento dos resíduos da maravalha de pinus sp gerados pelo cemib durante o processo de produção de camundongos e ratos s.p.f. (livres de agentes patogênicos). Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 1, n. 3, p. 189–190, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7894. Acesso em: 24 fev. 2024.

Resumo

O CEMIB produz camundongos e ratos controlado do ponto de vista genético, sanitário e ambiental. Assim o Centro produz maravalha que é utilizada como cama na produção dos animais, essa maravalha não pode ser ensacada e descartada no lixo comum. Por questões de impacto ambiental a maravalha é colocada em container, localizadas na parte externa do prédio, que possue um sistema de escoamento diretamente para dentro de caçambas, que são retiradas semanalmente por veiculo de transporte adequado para o Aterro Sanitário Municipal–Delta A, sendo a mesma utilizada na produção de compostagem. O volume de resíduo descartado é de aproximadamente 60 toneladas por ano. Todas as etapas, desde a origem da maravalha até o descarte é devidamente controlado, dessa forma é possível assegurar a rastreabilidade de todo o processo de geração do resíduo de maravalha. Ressaltase também o controle de qualidade do resíduo gerado que é realizado mediante o programa de monitoramento permanente das colônias de animais produzidos pelo Cemib. Além da solução ecologicamente encontrada pelo CEMIB com relação ao destino da maravalha outro fator positivo foi abolir o uso de sacos plásticos reduzindo impacto negativo de poluição ambiente pela forma de acondicionamento, transporte e descarte do material. Atualmente a forma de descarte encontrada pelo CEMIB, juntamente com a prefeitura Municipal de Campinas é de misturar esse resíduo com poda de arvores, gerando um composto orgânico utilizado exclusivamente como adubo nos canteiros de praças e jardins da Cidade de Campinas.
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Copyright (c) 2016 Marcos Zanfolin, Delma P. Alves, André Pires Benevides, Armando Ferreira Filho

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