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Conservação, preservação e restauração de negativos de vidro – o acervo fotográfico do centro de memória da UNICAMP
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Palavras-chave

Conservação. Fotografia. Negativo

Como Citar

MARCONDES, Marli Aparecida. Conservação, preservação e restauração de negativos de vidro – o acervo fotográfico do centro de memória da UNICAMP. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 57–57, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7884. Acesso em: 15 jul. 2024.

Resumo

Um dos suportes mais importantes na constituição da fotografia, mas que nem sempre tem sido valorizado, é o negativo. Para as instituições-memória ele é um dos itens fundamentais no processo de reconstrução do passado. Trata-se de uma fonte documental primária, não apenas do ponto de vista iconográfico, do conteúdo da imagem, mas também como revelador da tecnologia correspondente ao seu período de comercialização. Se por um lado os negativos trazem a imagem tal qual foi registrada durante o ato fotográfico, os positivos por sua vez, podem sofrer inúmeras alterações produzidas em laboratório. Os negativos de vidro surgiram em 1848 e foram utilizados até meados do século XX, e nesse período foram empregadas diferentes técnicas e compostos químicos. Portanto, preservar esse material propiciando-lhe uma longa permanência é a tarefa do conservador de acervos fotográficos, e é sobre essa prática, já consolidada no Centro de Memória-Unicamp, que trataremos a seguir.

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Copyright (c) 2016 Marli Aparecida Marcondes

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