Conservação, preservação e restauração de negativos de vidro – o acervo fotográfico do centro de memória da UNICAMP

Autores

  • Marli Aparecida Marcondes Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.20396/sinteses.v0i2.7884

Palavras-chave:

Conservação. Fotografia. Negativo

Resumo

Um dos suportes mais importantes na constituição da fotografia, mas que nem sempre tem sido valorizado, é o negativo. Para as instituições-memória ele é um dos itens fundamentais no processo de reconstrução do passado. Trata-se de uma fonte documental primária, não apenas do ponto de vista iconográfico, do conteúdo da imagem, mas também como revelador da tecnologia correspondente ao seu período de comercialização. Se por um lado os negativos trazem a imagem tal qual foi registrada durante o ato fotográfico, os positivos por sua vez, podem sofrer inúmeras alterações produzidas em laboratório. Os negativos de vidro surgiram em 1848 e foram utilizados até meados do século XX, e nesse período foram empregadas diferentes técnicas e compostos químicos. Portanto, preservar esse material propiciando-lhe uma longa permanência é a tarefa do conservador de acervos fotográficos, e é sobre essa prática, já consolidada no Centro de Memória-Unicamp, que trataremos a seguir.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Marli Aparecida Marcondes, Universidade Estadual de Campinas

CMU/UNICAMP

Downloads

Publicado

2016-09-12

Como Citar

MARCONDES, M. A. Conservação, preservação e restauração de negativos de vidro – o acervo fotográfico do centro de memória da UNICAMP. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, n. 2, p. 57–57, 2016. DOI: 10.20396/sinteses.v0i2.7884. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7884. Acesso em: 7 out. 2022.

Edição

Seção

Eixo 1 - Administração e Gestão