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Interações medicamentosas: avaliação de prescrições de pacientes internadas
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Palavras-chave

Interação medicamentosa. Prescrição médica. Medicamentos

Como Citar

SILVA, Nice Maria Oliveira; CARVALHO, Roberta Paro; BERNARDES, Adélia Corina Alves; MORIEL, Patrícia; MAZZOLA, Priscila Gava. Interações medicamentosas: avaliação de prescrições de pacientes internadas. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 1, n. 3, p. 197–197, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7861. Acesso em: 15 jul. 2024.

Resumo

Interação medicamentosa (IM) é um evento clínico em que os efeitos de um fármaco são alterados pelo uso concomitante ou anterior de outro fármaco, alimento ou bebida. Uma interação pode acarretar vários tipos de respostas, podendo ser benéfico ao paciente ou causar Eventos Adversos. A frequência das interações clinicamente importantes é desconhecida, mas estima-se que para usuários de 2-3 medicamentos seja de 3-5%, nos que utilizam de 10-20 eleve-se para 20%. O objetivo deste estudo foi identificar potenciais IM em prescrições de pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e Alojamento Conjunto-PósParto (AC). Foram avaliadas as prescrições de 307 pacientes divididas em duas áreas: UTI (36) e AC (271). O período de avaliação foi de 01 de abril a 30 de junho de 2009. A média de idade das pacientes da UTI é de 32 anos com desvio padrão de 9,475 e das pacientes do (AC) é de 31 anos com desvio padrão de 8,184. As IM foram listadas como graves, moderadas e menores do ponto de vista teórico. A base de conhecimentos utilizada foi o site Drugs. Após as análises identificou-se 105 interações graves, 171 moderadas, 18 menores. Para as IM classificadas como graves no Drugs, foi realizado estudo comparativo com a base DrugDex/Micromedex, tendo sido constatado que a IM de metoclopramida com tramadol que representava 63,16% das IM graves da UTI e 100% das IM graves do AC não constam no Micromedex. Diante dos resultados, algumas medidas foram propostas: definição da base de dados a ser utilizada, promoção do uso racional de medicamentos, tornando os tratamentos mais efetivos e com o menor número possível de complicações causadas por interações medicamentosas. Cabe ainda ressaltar a importância do monitoramento da ocorrência clínica destas interações e da realização da farmacovigilância.
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Copyright (c) 2016 Nice Maria Oliveira Silva, Roberta Paro Carvalho, Adélia Corina Alves Bernardes, Patrícia Moriel, Priscila Gava Mazzola

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