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A importância do microquimerismo na prática médica e a associação com transplantes e doenças autoimunes
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Palavras-chave

Microquimerismo. Genes de histocompatibilidade HLA
Tolerância alogênica. Transplante. Doença autoimune

Como Citar

ARAÚJO, M. B. A importância do microquimerismo na prática médica e a associação com transplantes e doenças autoimunes. Sínteses: Revista Eletrônica do SimTec, Campinas, SP, v. 1, n. 3, p. 225–226, 2016. Disponível em: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/simtec/article/view/7807. Acesso em: 22 fev. 2024.

Resumo

O quimerismo é empregado para descrever uma ou mais populações de células em indivíduos geneticamente diferentes, que coexistem em um corpo; e quando o percentual destas células é pequeno, utiliza-se o termo microquimerismo. O quimerismo em seres humanos envolve a transferência de células sanguíneas e podem surgir, de forma induzida, em pacientes que sofreram transplantes, transfusão de sangue e entre filho e mãe através da gestação, onde alguns estudos correlacionam as doenças auto-imunes, especialmente em mulheres que tem células de seus filhos na circulação. Grupos de pesquisa estudam o envolvimento de genes do Complexo Principal de Histocompatibilidade no microquimerismo em seres humanos, devido ao papel central das moléculas HLA (Antígenos Leucocitários Humanos) na resposta imune. Dessa forma, os objetivos desse trabalho, foram mostrar a importância do microquimerismo e associação com transplantes e doenças autoimunes. O microquimerismo foi detectado pela análise do polimorfismo de marcadores genéticos (HLA), utilizando a metodologia da nested-PCR/SSP. O microquimerismo foi observado após o transplante de fígado e medula, assim como o sangue periférico materno após o nascimento, contribuindo para o aceite do órgão transplantado e para manter a gravidez e predispondo a mulher a algumas doenças autoimunes.
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Copyright (c) 2016 Margareth Batistella Araújo

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